Preso em Brasília, vereador Prisco passa mal e é levado a UPA, diz Aspra

Postado em maio 3 2014 - 9:04pm por Jornal da Chapada
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O líder da greve da PM na Bahia, vereador Marco Prisco (PSDB) continua preso em Brasília | FOTO: Reprodução/Aspra |

O vereador Marco Prisco (PSDB), líder da última greve dos PMs na Bahia, passou mal neste sábado (3), no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde está preso desde o dia 18 de abril. Ele teria sentido dores na região do peito, segundo informações da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares na Bahia (Aspra), que é presidida por ele. A Aspra aponta que a esposa recebeu ligação do presídio informando que ele foi levado a uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA).

De acordo com Leonardo Mascarenhas, advogado do vereador, com base no relato de Prisco, houve tentativa de fuga na ala em que ele está detido, interrompida pelos próprios agentes. Com isso, por saber do seu histórico policial, os presos teriam o ameaçado achando que o esquema foi vazado pelo vereador.

“Aconteceu tentativa de fuga onde ele está preso. Ele está em ala normal, só que em cela individual. Os agentes interceptaram a tentativa, os presos sabem que ele é policial, começaram a dizer que ele tinha entregue e ameaçaram ele de morte. Ele se assustou e teve infarto. O eletrocardiograma deu incerto e todos os sintomas são que ele infartou. Ele está se comunicando, assustado, reclamando de dor no peito e formigamento na perna”, afirmou Mascarenhas, que acrescenta que um agente penitenciário e dois policiais federais acompanham o detido na unidade de saúde.

O coordenador do do Sistema Penitenciário do Distrito Federal, João Feitosa, afirma que só a Polícia Federal pode responder sobre Marco Prisco. Ele afirma que não tem conhecimento a respeito da fuga. O site G1 tenta contato com a Polícia Federal, mas ainda não conseguiu. Em nota, a assessoria de Prisco informou inicialmente que não foi diagnosticado infarto e, em seguida, ratificou com a informação do advogado, que está no local, sobre a necessidade de exames complementares. Mascarenhas informou que, na dúvida, a médica prefere trabalhar com a situação de infarto. Segundo a defesa, ela informou ainda que é preciso transferência para outra unidade de saúde. Do Portal G1.

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