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Jaques Wagner deve falar em ação da Lava Jato como testemunha de defesa de Lula

Entre as testemunhas de defesa de Lula estão Jaques Wagner e o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli | FOTO: Reprodução |

Responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, o juiz federal Sérgio Moro ouve mais testemunhas de defesa, nesta segunda-feira (13), no processo penal da Lava Jato que tem como um dos réus o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O processo penal envolve o caso do triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo. Entre as testemunhas que devem ser ouvidas estão o ex-ministro do Governo Dilma e atual secretário do Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), Jaques Wagner (PT), e o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli. Os dois foram arrolados pela defesa do ex-presidente Lula.

As audiências serão realizadas em três horários – às 9h30, 14h e às 16h. Os interrogatórios serão realizados via videoconferência por Salvador, na Bahia; em Barueri e Osasco, em São Paulo. Além do ex-presidente, outras seis pessoas também são rés na mesma ação. A esposa de Lula, Marisa Letícia, que morreu na sexta-feira (3), também era ré nesta ação penal. A denúncia foi aceita em setembro do ano passado e abrange três contratos da OAS com a Petrobras. As acusações são de que R$ 3,7 milhões em propinas foram pagas a Lula.

Para os procuradores do Ministério Público Federal (MPF), a propina se deu por meio da reserva e reforma do apartamento triplex, em Guarujá, e do custeio do armazenamento de seus bens. Lula responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro nesta ação penal. Ele é réu em dois processos relacionados à Lava Jato na Justiça Federal do Paraná. As oitivas com as testemunhas de defesa devem se estender até março deste ano. Ao todo, 70 pessoas incluindo outros réus que respondem à esta mesma ação penal, foram arroladas. Com informações do Portal G1.

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