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#Cultura: Filme baiano “Sonho de Arrocha” estreia na Tela Quente e celebra cultura local em rede nacional

Evento do filme e Alexandre Boyd, diretor de Programação da Rede Bahia, durante o lançamento do filme em Salvador | FOTO: Azus Produtora |

A programação da TV aberta ganha um destaque especial para a cultura baiana com a exibição do telefilme “Sonho de Arrocha”, marcada para a próxima segunda-feira, 30 de março, na Tela Quente. A obra também será apresentada no Cine BBB e faz parte do projeto Telefilmes Regionais, iniciativa que reúne produções desenvolvidas em sete estados brasileiros e no Distrito Federal.

Gravado na Bahia, o longa-metragem é resultado de uma parceria entre a Gran Maître Filmes e a TV Bahia, trazendo uma narrativa que mistura música, emoção e a busca por sonhos. Antes da estreia nacional, o filme teve uma exibição especial para convidados na última quinta-feira (26), em Salvador, reunindo elenco e equipe.

A história acompanha Biel, um garoto de 12 anos que sonha em se tornar cantor de arrocha, inspirado pelo avô, que também foi artista do gênero. Vivendo com a mãe e a avó, o jovem enfrenta desafios familiares enquanto tenta se aproximar do universo musical. Após uma frustração ao tentar assistir a um show escondido, ele encontra uma nova oportunidade ao participar de um concurso de talentos promovido por uma igreja local.

Determinando a seguir seu sonho, Biel passa a ensaiar em segredo, utilizando objetos deixados pelo avô. A descoberta de sua dedicação gera conflitos dentro de casa, principalmente com a avó, que teme que ele enfrente as mesmas dificuldades do passado. Ainda assim, o apoio da mãe se torna fundamental para que o garoto continue acreditando em seu potencial.

Além da exibição na televisão, o filme também será apresentado no Mercado Iaô, na Ribeira, em duas sessões no domingo (29), como forma de aproximar a produção da comunidade local, já que grande parte das cenas foi gravada na Cidade Baixa.

O projeto Telefilmes Regionais busca retratar a diversidade cultural brasileira por meio de histórias autênticas, produzidas com equipes e elencos locais. As obras têm duração de até 50 minutos e são exibidas em horários de grande alcance, ampliando a visibilidade do audiovisual produzido fora dos grandes centros tradicionais.

A iniciativa também contribui para o fortalecimento da economia criativa e para a valorização das identidades regionais, destacando sotaques, tradições e narrativas que refletem o cotidiano de diferentes partes do Brasil. Com informações de assessoria.

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