A pesquisadora Julia Galante, de 24 anos, viveu uma experiência marcante durante uma viagem à Tailândia. Hospedada na Reserva da Biosfera de Sakaerat, no sudeste do país, ela se deparou com uma cobra-rei de quase quatro metros de comprimento.
Aluna de mestrado na Universidade de Buffalo, Julia estava na reserva estudando ecologia quando recebeu, em outubro de 2025, uma ligação de um amigo especialista em serpentes. O colega a avisou sobre a presença do animal em uma trilha próxima ao local onde ela estava.
A pesquisadora decidiu observar o réptil e permaneceu cerca de 15 minutos acompanhando seus movimentos. Segundo ela, o momento foi marcado por um misto de medo e fascínio diante da maior espécie de serpente venenosa do mundo, a cobra-rei.
“Foi bem assustador no começo. Definitivamente a vez em que cheguei mais perto de um animal grande e venenoso como aquele”, relatou. Apesar do susto inicial, Julia destacou que a experiência também trouxe aprendizado importante sobre o comportamento desses animais.
De acordo com a pesquisadora, o amigo especialista ajudou a compreender melhor a postura da serpente. “Eu realmente aprendi com a experiência que as cobras não atacam pessoas de propósito. Elas também são muito importantes para o meio ambiente, comendo outras cobras para evitar a superpopulação”, explicou.
O relato repercutiu ao evidenciar não apenas o encontro incomum, mas também a importância ecológica das serpentes e a necessidade de desmistificar a imagem desses animais. Com informações do site Terra.

