O ecossistema global de iGaming costuma se encontrar em eventos recorrentes. A Cactus Gaming, empresa renomada por desenvolver tecnologias para apostas esportivas e jogos online, participa dos principais encontros do mercado mundial. Recentemente, representantes da Cactus participaram do SBC Summit Americas 2026.
Durante a convenção, executivos do meio, investidores, profissionais de diferentes áreas e figuras do iGaming apontaram o Brasil como um dos temas mais debatidos em função das oportunidades para curto, médio e longo prazo.
Essa atenção está muito ligada ao processo de digitalização das formas de pagamento, o avanço da regulamentação do setor e a enorme base de usuários no país. Dessa maneira, o potencial brasileiro foi analisado em inúmeros momentos do evento, revelando a expectativa de expansão sustentável do mercado.
Além dessa capacidade de aumento da indústria de jogos de apostas, os presentes também refletiram sobre os pontos de atenção na evolução desse cenário para atingir um estágio seguro, equilibrado e que alcance todas as normas regulatórias.
Por isso, Gustavo Coelho, Diretor de Negócios da Cactus Gaming, enxerga esse momento do iGaming do Brasil como um período indispensável de amadurecimento de todos os integrantes do mercado.
“Estamos entrando em uma fase na qual os diferenciais competitivos deixam de estar concentrados apenas na capacidade de escalar operações”, ele explicou.
Além disso, Gustavo Coelho frisou que as próximas lideranças do meio serão aquelas que puderem entregar uma atuação equilibrada, confiável e condizente com as exigências legais.
“As organizações mais bem posicionadas serão aquelas que conseguirem entregar estabilidade, confiança, capacidade analítica e aderência às exigências de conformidade”, citou, acrescentando ainda que “o desenvolvimento sustentável da atividade dependerá cada vez mais desse equilíbrio.”
Seguindo essa tendência, o CEO da Cactus Gaming, Thiago Garrides, ponderou que o futuro será essencial para mostrar quais players terão essa habilidade de pegar o ‘potencial’ e aplicá-lo na prática.
“Os protagonistas desse novo ciclo não serão necessariamente aqueles que avançarem mais rápido, mas sim os que conseguirem combinar inovação, excelência operacional, governança, capacidade tecnológica e compromisso efetivo com a construção de um ambiente equilibrado para todos os participantes”, destacou.
Por fim, o CEO da empresa salientou que o Brasil precisa ser reconhecido tanto por seus desafios quanto por seu potencial. “O território brasileiro reúne características que o colocam entre as maiores oportunidades globais da atividade”, concluiu.

