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#Vídeo: Terremoto de magnitude 7,4 atinge a Colômbia e deixa centenas de mortos e feridos; prédios desabaram

Dezenas de prédios desabaram e imóveis foram danificados durante o sismo | FOTO: Divulgação |

O forte terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o oeste e o centro da Colômbia deixou ao menos 132 mortos e mais de 570 feridos. Esse tremor, classificado pelas autoridades locais como o maior registrado no país na última década, ocorreu na manhã de segunda-feira (10). O presidente colombiano declarou estado de desastre nacional.

As informações apontam que o epicentro foi registrado perto da cidade de San José del Palmar, no departamento de Chocó. A profundidadendo do abalo ocorreu a cerca de 110 quilômetros abaixo da superfície. Especialistas indicam que, por ter sido profundo, o impacto destrutivo foi menor do que se tivesse sido raso.

A movimentação profunda da Placa de Nazca sob a Placa Sul-Americana teria causado o tremor. Também há réplicas dos abalos. O Serviço Geológico Colombiano já registrou dezenas de tremores secundários, sendo o mais forte deles com magnitude 4,8.

A situação é grave na Colômbia. Até desabamentos de prédios foram registrados em Cali (onde foi decretado toque de recolher à noite), Pereira e Manizales. Em Bogotá, houve registro de rachaduras superficiais. Mais de 1.575 moradias foram danificadas, 86 edifícios desabaram e dezenas de centros educacionais e de saúde sofreram avarias.

Os sete terminais aéreos suspenderam operações por segurança, incluindo os aeroportos de Pereira e Manizales. O país entrou em monitoramento após o vulcão Puracé expelir cinzas e gases logo após o tremor. Não há risco de tsunami no Pacífico.

Não há risco de tsunami no Pacífico | FOTO: Reprodução/Globo |

Tremor sentido em Manaus
O tremor foi tão forte que chegou a ser sentido em Manaus (AM), onde prédios no centro da cidade precisaram ser esvaziados por precaução.

O governo brasileiro e o presidente Lula manifestaram solidariedade e colocaram o país à disposição para prestar apoio. Países como os Estados Unidos (que anunciaram R$ 79 milhões em ajuda emergencial), México, Chile e Equador também mobilizaram suporte.

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