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Home Cidades

PF cumpre mandados de prisão contra servidores da Anvisa e policiais federais

Jornal da Chapada por Jornal da Chapada
20 maio 2015 - 17h33
no Cidades, Curiosidades, Menu Principal, Polícia
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PF desarticula grupo de extermínio que operava na Bahia e em Sergipe

Grupo de extermínio é investigado desde maio, quando recebeu uma lista com nome de pessoas marcadas para ser executadas |FOTO: Divulgação|

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Operação Arcanus envolve oito mandados de prisão temporária, 33 conduções coercitivas e 37 de busca e apreensão Rio de Janeiro e em Parnaíba, no Piauí | FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil |

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (20) operação para desarticular um esquema de facilitação irregular no desembaraço imigratório e sanitário e nos procedimentos do tráfego marítimo que ocorria no Porto do Rio de Janeiro, com a participação de agentes públicos. A Operação Arcanus envolveu a participação de cerca de 300 policiais federais e contou com o apoio da Marinha do Brasil. Os policiais federais cumprem oito mandados de prisão temporária, 33 de condução coercitiva e 37 de busca e apreensão na capital, além de Niterói e São Gonçalo, no Grande Rio. Os policiais federais atuam, também, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e na cidade de Parnaíba, no Piauí.

Segundo informações da PF, os mandados de prisão foram expedidos contra cinco servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e três policiais federais. Um soldado da Marinha deve ser conduzido coercitivamente pela polícia para prestar depoimento. O esquema funcionava a partir dos funcionários da Anvisa que emitiam um Certificado de Controle Sanitário de Bordo para as embarcações, sem efetivamente inspecioná-los. Os policiais federais envolvidos deixavam de adotar o procedimento imigratório regular, segundo o comunicado da PF.

O nome da operação, Arcanus (termo em latim que significa oculto, escondido), refere-se ao modo como os crimes teriam sido praticados em áreas de controle e acesso restrito do porto. Os presos serão indiciados dependendo da participação e do grau de envolvimento de cada um. O comunicado da Polícia Federal disse que os crimes envolvem corrupção ativa, corrupção passiva, concussão (quando servidor público exige dinheiro ou vantagem em razão da função que ocupa), inserção de dados falsos em sistemas, organização criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso. Da Agência Brasil.

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