Durante agenda no interior do estado, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou a dar explicações sobre uma obra que segue longe da conclusão. Em Paramirim, no sudoeste baiano, ele atribuiu o atraso na entrega do novo Colégio Estadual do município a um “impasse judicial” envolvendo a empresa responsável pelo contrato.
Cobrado por moradores e estudantes, o governador reconheceu que houve problemas com a construtora, mas apontou a disputa judicial como motivo central da paralisação. A obra, anunciada como investimento importante para a educação local, continua sem prazo definitivo para entrega.
O contrato da obra é o de nº 107/2022, firmado com a Ankara Engenharia Ltda. Mesmo com o discurso de cancelamento e troca da empresa, o governo assinou em 29 de janeiro o 15º termo aditivo do contrato, prorrogando por mais 60 dias o prazo de execução, agora estendido até 31 de março de 2026, com vigência até 14 de julho de 2026. O documento aponta, como justificativa, atrasos no cumprimento do cronograma físico-financeiro.
A unidade de Paramirim integra um conjunto de intervenções que acumulam atrasos no estado. Somadas, essas obras representam cerca de R$ 94 milhões em investimentos ainda sem entrega definitiva.
Ao comentar o caso, Jerônimo resumiu a situação afirmando que “teve problemas com a empresa e nós estamos na justiça trocando a empresa”. Segundo ele, o governo aguarda os trâmites legais para fazer a substituição. Com informações Se Ligue Bahia.





















































