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#Eleições2026: “Morreu Maria Preá”, diz Samuel Junior ao comentar saída de Wagner da liderança do governo como forma de pôr panos quentes ao escândalo Master

Para deputado mudança representa uma tentativa de reduzir o desgaste político | FOTO: Divulgação |

O deputado estadual Samuel Junior (PL) comentou, durante pronunciamento, a saída de Jaques Wagner (PT) da liderança do governo do presidente Lula no Senado, em meio à repercussão da investigação envolvendo o caso Banco Master.

Para o parlamentar baiano, a mudança representa uma tentativa de reduzir o desgaste político causado por mais um episódio que, segundo ele, levanta questionamentos sobre a atuação de integrantes do governo federal.

Ao abordar o tema, Samuel utilizou um conhecido ditado popular do Nordeste, “morreu Maria Preá”, para fazer um paralelo com a situação política nacional.

“Dizem que essa expressão nasceu quando um padre começou a se relacionar com uma mulher, chamada Maria Preá, e foi flagrado por um sacristão que começou a chantageá-lo. Cansado da perseguição, o padre descobre que ele também estava cometendo pecados e assim, após a conversa, decidem pôr um fim na história. Foi assim que aconteceu em Brasília”, comentou.

Segundo o deputado, diferentemente da narrativa que deu origem ao ditado popular, o escândalo permanece cercado de questionamentos e precisa continuar sendo debatido pelas instituições competentes e pela sociedade.

Na avaliação de Samuel, mudanças em cargos de liderança não encerram as discussões sobre os fatos investigados e tampouco afastam a necessidade de esclarecimentos.

“Ambos vão continuar roubando o Brasil, desviando verba, tendo dólar, euro, até doação de relógios no meio. É filho, nora, genro, todos envolvidos no mesmo pecado, e o povo continua sendo enganado. Quem sabe um dia a gente bote um ponto final e podermos dizer: ‘morreu Maria Preá’”, completou.

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