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Expectativa é de que a antecipação de “royalties” seja votada em abril na Assembleia

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O presidente da Casa, Marcelo Nilo, disse que a tendência é de adiamento, com previsão para abril da apreciação da matéria | FOTO: Jornal da Chapada |

O desfecho, na Assembleia Legislativa, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que busca antecipar os royalties do petróleo em cerca de R$2 bilhões para cobrir o rombo da Previdência pode não acontecer na terça-feira (11), data prevista pelo líder da bancada do governo, deputado Zé Neto (PT), para votação do segundo turno da matéria. Em meio ao Carnaval, distante do cenário do embate Legislativo, o presidente da Casa, Marcelo Nilo (PDT), disse que a tendência é de adiamento, com previsão para abril da apreciação da matéria. A novela da PEC acontece desde o ano passado, com questionamentos por parte da bancada de oposição e ingresso de mandado de segurança no Tribunal de Justiça da Bahia.

“Estou sentindo que os deputados querem mais tempo para avaliar e discutir com carinho”, afirmou o presidente, contrariando a expectativa de Zé Neto de uma decisão mais “tranquila” pelos legisladores. Apesar de Nilo afirmar com naturalidade o suposto pedido de tempo pelos pares como um trâmite para um julgamento mais lúcido da matéria, nos bastidores, consta que está em jogo a definição da vice na chapa de Rui Costa (PT). Embora respeite a condução do governador Jaques Wagner (PT), a base governista pode se dividir diante da escolha. Está no páreo pelo segundo posto na chapa o PP e o PDT.

Os progressistas na Assembleia são: Mário Negromonte Jr., filho do vice-presidente nacional e apontado como possível nome, Mário Negromonte, Cacá Leão, herdeiro político de outra liderança, o deputado João Leão, Aderbal Caldas, Ronaldo Carletto e Luiz Augusto. Já houve rumores de que alguns deles manifestariam flerte com a oposição. No PDT está o próprio Nilo, pleiteante à vaga de vice, o líder Euclides Fernandes, Roberto Carlos e João Bonfim.

Além da PEC, deve ser colocada em apreciação nos próximos dias mais uma operação de crédito externo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (Bid), de US$ 200 milhões. O dinheiro destina-se ao financiamento do Programa de Fortalecimento do SUS na Região Metropolitana de Salvador (RMS), e consta na lista de projetos em tramitação. Extraído da Tribuna da Bahia.

Jornal da Chapada

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