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Prefeitos cruzam os braços em protesto contra a falta de verbas para municípios

UPB
A presidente da UPB, prefeita Maria Quitéria, afirma que “questões estruturantes continuam sem solução e os municípios permanecerão em crise, caso mudanças profundas não sejam implementadas” | FOTO: Reprodução |

Acontece nesta sexta-feira (11) uma mobilização nacional que envolve ações de protesto dos prefeitos de todo o Brasil. A União dos Prefeitos da Bahia (UPB) confirmou participação no ato, que dará ponto facultativo ao expediente de todas as unidades administrativas do Poder Executivo. A instituição vai reunir prefeitos, deputados e senadores para discutir as principais reivindicações da pauta. Durante esse encontro, os gestores devem questionar os parlamentares sobre o posicionamento deles em relação a propostas em tramitação no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa de interesse dos municípios.

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Entre as prioridades listadas pelos gestores baianos estão a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional PEC 39/2013, que aumenta em dois pontos percentuais os repasses ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM); adequações na Lei de Responsabilidade Fiscal, desvinculando do cálculo do índice de gasto com pessoal as despesas com programas federais como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e o Programa Saúde da Família (PSF). É apontada também a necessidade da redução da alíquota patronal do INSS pago pelas prefeituras, que hoje é fixado em 22%, causando verdadeiro rombo aos cofres municipais.

A presidente da UPB, prefeita Maria Quitéria, afirma que “questões estruturantes continuam sem solução e os municípios permanecerão em crise, caso mudanças profundas não sejam implementadas”. Segundo ela, a crise é o reflexo do desequilíbrio das finanças municipais e evidencia que o que a receita arrecadada hoje não corresponde ao aumento de responsabilidades repassadas aos municípios pela União, como é o caso dos programas sociais ligados a saúde, educação e assistência social, custeados em maior parte pelas prefeituras. O objetivo da ação é viabilizar que os parlamentares ouçam dos próprios prefeitos como anda a situação em seus municípios e mobilizar a sociedade sobre a atual situação das prefeituras. Extraído da Tribuna da Bahia.

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