• Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Jornal da Chapada
Advertisement
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Jornal da Chapada
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Home Assessoria

Audiência mobiliza entidades para aprovação do Estatuto da Igualdade Racial da Bahia

Jornal da Chapada por Jornal da Chapada
16 abril 2014 - 00h30
no Assessoria, Cidades, Curiosidades, Menu Principal
0
estatuto
Para o relator do projeto, deputado Bira Corôa, o Estatuto é considerado hoje um dos mais completos em debate e discussão no país | FOTO: Divulgação/Ascom |

“Discutir o Estatuto é uma das matérias mais importantes para a promoção da igualdade em nosso Estado,” disse o deputado estadual Bira Corôa (PT) durante abertura da audiência pública para apresentação do Estatuto de Promoção da Igualda Racial e Combate à Intolerância Religiosa. O encontro, promovido pela Comissão Especial de Promoção da Igualdade, aconteceu nesta terça-feira (15) e foi realizada na Assembleia Legislativa.

O projeto contempla garantias nas áreas da cultura, educação, acesso ao serviço público, dentre outros. O texto final – resultado de uma articulação com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Comissão de Promoção da Igualdade da Assembleia e com o mandato do deputado estadual Bira Corôa (PT-Ba) – foi encaminhado à Assembleia Legislativa pelo governador Jaques Wagner no início de abril e a previsão é de que seja votado ainda no primeiro semestre de 2014.

De acordo com Ataíde Lima, secretário de Promoção da Igualdade (Sepromi), o Estatuto é orientado sob três diretrizes: ações reparatórias, ações compensatórias e relações sócio-culturais. Para ele, o projeto é um elemento que se soma as diversas conquistas realizadas em combate ao racismo. Durante seu discurso, Ataíde destacou dois importantes benefícios, o qual prevê o comprometimento de 10% do fundo de combate a pobreza para assegurar as ações de promoção da igualdade. Uma receita anual de aproximadamente R$ 40 milhões. “Esses recursos não competirão com outras necessidades, sendo destinados somente para as ações específicas e pré-determinadas,” comemorou.

Outras questões do Estatuto destacadas pelo secretário foram a ampliação das ações do Programa Juventude Viva e a criação de uma delegacia especializada. “O Programa Juventude Viva é fundamental para preservarmos os jovens negros, e a delegacia é necessária para tratarmos os crimes de racismo como tal,” explicou.

Para Bira Corôa, o Estatuto é considerado hoje um dos mais completos em debate e discussão no país. “Essa audiência tem como objetivo principal chamar a sociedade para seu papel de, nesta casa, garantir a aprovação de um instrumento estratégico e importante para o avanço da democracia na Bahia e no Brasil. A nossa perspectiva é conseguirmos abreviar os trâmites necessários para que a aprovação seja realizada até o dia 25 de maio.”

O deputado expôs também a contribuição de seu mandato para a criação do Estatuto, com destaque para o reconhecimento do “Programa Ouro Negro” e a indicação ao governador para inclusão, no Estatuto, de cotas raciais em concurso público estadual, proposta anteriormente contemplada em Projeto de Lei desenvolvido pelo mandato do deputado. O Estatuto defende a reserva de, no mínimo, 30% das vagas para a população negra nos concursos públicos e processos seletivos no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta Estadual, inclusive Reda.

Trâmite
Vilma Reis, do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra, falou sobre o processo pelo qual o Projeto de Lei passou até ser enviado à Assembleia pelo Governador: “Todo caminho feito pelo Estatuto deve ser compreendido como parte do esforço de um trabalho ininterrupto do Movimento Negro da Bahia”. Dentre as ações contempladas, Vilma destacou a importância do Programa Ouro Negro se constituir como política de Estado. “Precisamos garantir o Programa como um direito permanente em defesa da valorização das entidades de matriz africana,” disse.

Além de Bira Corôa, Ataíde Lima e Vilma Reis, também compuseram a mesa Gilberto Leal, representante do Movimento Negro; Raimundo Coutinho, do Setorial Combate ao Racismo do PT; e Elias Sampaio, ex-secretário da Sepromi.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads
  • Compartilhar no Reddit(abre em nova janela) Reddit
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail

Relacionado

Post Anterior

Acordo foi descumprido por PMs, diz secretário da SSP; tropas federais já foram chamadas

Próximo Post

Cesta do Povo oferece preços especiais na Semana Santa

Próximo Post

Cesta do Povo oferece preços especiais na Semana Santa

Por favor login para participar da discussão
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • INÍCIO
  • JORNAL DA CHAPADA
  • ASSESSORIA
  • MUNICÍPIOS
  • ENTREVISTAS
  • POLÍTICA
  • SÃO JOÃO

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.