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Após greve, ônibus voltam a circular em Feira de Santana

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Representantes das empresas de ônibus, prefeitura e rodoviários de Feira de Santana decidiram, em reunião na quarta-feira (24), encerrar a greve, iniciada na terça-feira (23) | FOTO: Reprodução |

Depois de uma greve que durou três dias, os rodoviários de Feira de Santana, cidade a 100 km de Salvador, retomaram as atividades na manhã desta sexta-feira (26). Em média, 130 mil pessoas dependem do transporte coletivo no município. Desde as 4h, os coletivos voltaram a circular pela cidade. A única opção de transporte para os passageiros durante a greve eram as vans. Representantes das empresas de ônibus, prefeitura e rodoviários de Feira de Santana decidiram, em reunião na quarta-feira (24), encerrar a greve, iniciada na terça-feira (23). Mas os trabalhadores só retornaram às empresas nesta sexta.

Segundo José Souza, presidente do sindicato da categoria, os valores referentes ao 13º e salários atrasados ficaram de ser depositados ainda nesta sexta, mediante acordo entre Ministério Público (MP-BA), prefeitura, sindicato e empresas de ônibus. “Foi feita uma proposta nesta reunião e ficou acordado que a prefeitura irá pagar o valor de R$ 1 milhão e as empresas de ônibus vão depositar R$ 400 mil, um total de R$ 1,4 milhão para resolver nossos problemas. O impasse foi resolvido”, informa o sindicalista em entrevista ao Portal G1.

Greve
A categoria exigia o pagamento da segunda parcela do 13º, bem como o pagamento da 1ª quinzena do mês de dezembro previsto para o dia 20, conforme acordo com os patrões. O sindicato das empresas de ônibus (Sincol) disse que a solução para as pendências seria a prefeitura voltar com o valor antigo das passagens que era de R$2,50 em vez dos R$2,35 cobrados atualmente e prorrogar o contrato de concessão do serviço. O prefeito José Ronaldo informou que não vai adiar a licitação e que o aumento da tarifa depende da melhoria dos serviços.

A tarifa de ônibus em 2010 era de R$2,50, inclusive aos finais de semana e feriados. Há cerca de 16 meses, segundo Souza, ela foi reduzida a R$ 2,35 durante a semana, e aos finais de semana e feriados para R$1,20. As empresas alegam que houve um desequilíbrio financeiro e diziam que não tinham condição de operar, informa o sindicalista. Extraído do Portal G1.

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