Posse de Rui: Valmir aponta crescimento social do país com governos do PT

Postado em jan 1 2015 - 4:53pm por Jornal da Chapada
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Cícero Monteiro, Vera Lúcia Barbosa e Valmir Assunção na posse de Rui Costa | FOTO: Jonas Santos |

A cerimônia de posse do novo governador da Bahia realizada nesta quinta-feira (1º) na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) foi marcada por discursos emocionados, e, principalmente, pela presença de deputados eleitos, secretários de estados, militantes de partidos políticos e lideranças comunitárias de diferentes regiões do estado. Presente ao ato, o parlamentar federal Valmir Assunção (PT-BA), membro do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), defendeu a participação dos movimentos sociais como “o ponta pé inicial para novas políticas públicas”. Após a cerimônia na Alba, os políticos participaram da transmissão de cargo do atual governador Jaques Wagner (PT), para o gestor eleito do período de 2015 a 2018, Rui Costa (PT).

“O PT conseguiu avançar no combate à pobreza e isso fez toda a diferença. Wagner conseguiu desenvolver ações que colocaram o semiárido, por exemplo, em plena produção e vencemos três eleições em primeiro turno. Hoje temos cisternas para consumo e para produção, temos uma bacia leiteira que deve ser ainda mais ampliada, conseguimos reduzir índices de analfabetismo com programas como o ‘Todos pela Alfabetização’, mas ainda temos muito para fazer”, detalha Valmir ao lado de representantes do movimento negro, povos de santo e secretários como Vera Lúcia Barbosa (Sepromi) e o chefe de gabinete de Rui Costa, Cícero Monteiro. “São bons quadros do governo que permanecem na nova gestão”, completa Assunção.

Em discurso na Alba, antes da transmissão do cargo, Rui Costa destacou sua história de vida vivendo no bairro da Liberdade, em Salvador, e apontou para os setores que devem se desenvolver ainda mais durante a nova gestão, como a saúde, educação e a segurança pública. “Queremos uma Bahia com mais oportunidades para todos”, disse Rui. O novo governador também destacou as ações do governo Wagner e apontou para a continuidade dos trabalhos que foram considerados revolucionários, principalmente no que se refere à forma republicana que tratou os adversários, “fortalecendo assim ainda mais o conceito de democracia”.

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