Pular para a barra de ferramentas
CidadesCuriosidadesMenu PrincipalPolícia

Inquérito civil do MPF vai apurar práticas de intolerância religiosa na Bahia

foto
Coletivo de Entidades Negras (CEN) e representantes de religiões de matriz africana protocolizaram representação na sede do MPF em Salvador | FOTO: Reprodução/Facebook/Luiz Paulo Bastos |

O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) vai instaurar inquérito civil a partir da representação contra a intolerância religiosa protocolizada na tarde desta segunda-feira, 23 de março, na sede do órgão, em Salvador, pelo Coletivo de Entidades Negras (CEN) e representantes de religiões de matriz africana. Eles entregaram ao procurador-chefe do MPF/BA, Pablo Barreto, e ao procurador Regional dos Direitos dos Cidadãos (PRDC) Substituto, Edson Abdon, uma carta aberta às autoridades brasileiras, documentos e vídeos, nos quais denunciam casos de intolerância religiosa e ataques às religiões de matriz africana.

“Nossa obrigação constitucional é proteger os pilares da integridade religiosa. A representação será protocolizada, distribuída, vai receber um número e um procurador da República será designado para atuar no caso”, disse o procurador-chefe aos representantes do Cem e de terreiros de candomblé de Salvador. Já o PRDC substituto, Edson Abdon, reforçou que o MPF vai atuar na defesa da liberdade religiosa.

Diversos representantes do candomblé participaram de um ato em frente à sede do MPF/BA para a entrega da carta protesto. Entre eles, o coordenador do CEN, Luiz Paulo Bastos, o babalorixá Pecê de Oxumarê, Egboni Nice, do Terreiro da Casa Branca, Makota Valdina, líder comunitária e religiosa do Terreiro Angola Tanusi Junsara e Mãe Jaciara Ribeiro, do Ilê Axé Abassá de Ogum. As informações são do MPF-BA.

Jornal da Chapada

| Bem vindo ao espaço virtual do JORNAL DA CHAPADA |

Artigos relacionados

Deixe uma resposta

Botão Voltar ao topo
Fechar
Fechar

Adblock detectado

Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios