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Valor ressarcido de cirurgia deve ter sido o acordo para Aleluia votar em Cunha, dispara Suíca

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O líder da oposição Luiz Carlos Suíca | FOTO: Ascom |

O líder da oposição na Câmara de Vereadores de Salvador, Luiz Carlos Suíca (PT), não engoliu o caso de ressarcimento de valores de cirurgia que o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM) recebeu da Câmara dos Deputados. A intervenção cirúrgica aconteceu antes mesmo de o democrata assumir o mandato, em dezembro de 2014. Nesta segunda-feira (11), Suíca disse que a atitude não condiz com o que o parlamentar prega na mídia. “Fazer discurso moralista é fácil, difícil mesmo é ser verdadeiro com o povo e mostrar transparência no mandato que assume. Quero entender como um político pode ser ressarcido de algo que ele fez antes de assumir a vaga de parlamentar. Só pode ser acordo para votação da presidência da Casa. Já sabemos como funcionam as coisas com o PMDB, só não sabia quanto valia cada voto”, dispara Suíca.

De acordo com informações, o deputado e presidente do DEM na Bahia foi operado em 19 de dezembro de 2014, no Hospital Sírio Libanês, na capital paulista, pelo cardiologista Roberto Kalil. A cirurgia custou mais de R$ 120 mil (R$ 120.630) à Câmara dos Deputados. “É mais um projeto de gestão interna que o presidente da Casa, Eduardo Cunha [PMDB-RJ] põe em prática para beneficiar quem o auxiliou na articulação da candidatura dele para assumir a presidência”, lembra Suíca, que ainda diz que o caso foi todo orquestrado e até na reposta a Câmara estava sintonizada. “Alegam que o líder democrata já estava diplomado quando realizou a cirurgia e isso, por si só, já justificaria o gasto”.

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