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Espaço Cultural Afro-brasileiro reúne parceiros públicos e privados

cultura
Empreendimento vai unir valorização de tradições e saberes religiosos com geração de renda, empreendedorismo e fomento à pesquisa | FOTO: Reprodução/Secom |

Valorizar a herança africana e indígena em um empreendimento que promova a geração de renda e o desenvolvimento local. Essa é a arrojada proposta do Espaço Cultural Afro-brasileiro, iniciativa que vem despertando crescente interesse nos setores público e privado. Em fase de atração de parceiros, o espaço quer fomentar a participação política e investimentos em capital social e na economia criativa, propiciando o empreendedorismo associado ao lazer e lucratividade, além da melhoria da qualidade de vida dos públicos beneficiados.

O projeto prevê três grandes alas integradas:

– a de lojas estilizadas, representativas de distintas linhas religiosas de matriz africana, ensejando o escoamento de produtos religiosos ou artísticos, resultantes de fazeres profissionalizantes junto às comunidades auxiliadas pelos terreiros, dando também visibilidade às práticas de medicina alternativa e consultas espirituais;

– a de espetáculos, contemplando um palco permanente para apresentações artísticas e manifestações culturais próprias, um auditório para conferências, palestras, debates e eventos acadêmicos, e uma livraria associada a duas cafeterias; e

– a da praça de alimentação, que reúne restaurantes com pratos da culinária afro-brasileira e indígena e quiosque de baianas de acarajé, além de estandes de informação ao público, estacionamentos e outros serviços necessários ao seu funcionamento.

De acordo com a pesquisadora da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Tatiana Brito de Araújo, coordenadora geral do projeto, o Espaço Cultural Afro-brasileiro vai incrementar também a pesquisa e o resgate da história oral, impulsionando o aprendizado prático e vivências de estudantes e iniciados nessas tradições e saberes, realçando a importância de tais contribuições na formação da sociedade brasileira, em particular da Bahia.

“Queremos participar do trabalho que vem sendo incentivado entre os adeptos de diferentes linhas religiosas envolvidos em atividades voltadas à redução da desigualdade social, mediante dinâmica propiciadora de empregos diretos e indiretos, com vista à ampliação de renda, qualidade de vida e, portanto, do desenvolvimento local, com a consequente expansão da imagem do município dentro e fora do estado”, salienta a coordenadora.

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