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[Artigo]: Quem manda em casa – a novela dos “afastados” pela diretoria rubro-negra

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Flávio Sande é jornalista e assessor de imprensa | FOTO: Reprodução |

Por Flávio Sande*

Ah, o futebol. Quantas peças ele nos já pregou durante esses anos. Como diria o técnico Muricy Ramalho em um dos seus maiores bordões: “a bola pune”. E pune mesmo, a danada é ingrata. Outro grande “professor” também marcou época com uma frase bastante polêmica. Evaristo de Macedo, que já treinou Bahia e Vitória, uma vez disse: “Jogador ruim você tem que mandar embora, pois uma hora você pode acabar precisando dele“.

Pois bem, dois dos mais criticados jogadores deste primeiro semestre a ser esquecido pelo torcedor leonino ganharam fôlego com a chegada de Vagner Mancini na Toca do Leão. O primeiro deles é uma velha peça: o invendível Mansur. Dizem por aí que o jogador “tem que jogar” para ser vendido. O nosso ex-presidente Carlos Sérgio Falcão ainda foi mais longe e afirmou que, do atual elenco, o lateral foi o único a receber propostas para sair do Vitória. E não vendeu? Vai entender… Mas Mansur segue no banco de reservas aguardando um terceiro cartão ou uma contusão de Diego Renan. Enquanto isso não acontece, o mesmo segue debatendo, vamos falar assim, com a torcida a sua performance nas últimas oportunidades que esteve em campo.

O segundo é polêmico, bravo, caneludo até demais, mas sempre tem a “sorte” de entrar em campo, principalmente em partidas fora de casa. Seria sorte, coincidência ou apenas proposital? Lá pelas bandas do Barradão o que se fala é que o atleta não joga mais em Salvador por causa das criticas. Segundo essa fonte, os xingamentos ao atleta acabam atrapalhando toda a equipe. Eu disse que não joga? Desculpa, leitor. Não jogava.

Com a chegada de Mancini ao comando técnico, a política de relação entre os jogadores mudou. O treinador chegou a Salvador batendo o pé. Já pediu reforços, disse que o elenco não era suficiente para o acesso-título e também tratou de afirmar que todos, isso mesmo, torcedor, todos os atletas do atual grupo podem ter uma segunda chance. Isso inclui Mansur, Romário e, principalmente, Ednei.

Inclusive, o zagueirão já jogou algumas partidas após o “anúncio” de afastamento repentino e negado em apenas uma hora na semana que antecedia o confronto contra o Bragantino. As partidas foram contra o Botafogo e a última, contra o Mogi Mirim. Mas nenhuma em solo baiano.

Pois bem, com a contusão de Ramon, que machucou o tornozelo na rodada passada e vai ficar cerca de uma semana sem condições de jogo, o provável substituto é Ednei, já que os demais zagueiros do clube, os jovens Maracás e Vinícius, pouco foram utilizados neste ano. Cabe a nós esperar e saber quem realmente manda na Toca. Quem escala é a direção ou o treinador? Quem está com a razão? Você daria uma segunda chance ou concordaria com Evaristo e acredita que jogador ruim não muda da água para o vinho?

*Flávio Sande é jornalista e assessor de imprensa

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