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Bahia sedia encontros de curadoria e gestão de museus

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Museu de Arte Moderna, localizado na avenida contorno em Salvador | FOTO: Robson Mendes/Agecom |

Para que serve o museu? É só espaço de exposições ou é centro cultural que dialoga com linguagens? Como os museus atuam na educação? Como é o museu na contemporaneidade? Quais as atuações dos museus na gestão e curadoria no Brasil e em outros países? Com objetivo de trazer essas reflexões, com experiências de curadoria e gestão de museus brasileiros e estrangeiros, a Bahia deve sediar, em outubro deste ano, o programa ‘O Lugar do Museu’, com encontros local, nacional e internacional sobre museus. A iniciativa é do Governo do Estado da Bahia, via Secretaria de Cultura (Secult) e Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), coordenada pelo Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM).

Gestão
“Para gerir os museus com mais eficiência e oferecer propostas contemporâneas que busquem a excelência do serviço para a população é fundamental nos conectarmos com experiências bem-sucedidas e propositivas, trocando informações com especialistas da Bahia, do Brasil e do mundo”, afirmou o diretor geral do Ipac, João Carlos de Oliveira. Segundo o dirigente estadual, a ideia é desenvolver programação de quatro semanas durante o mês de outubro. “Utilizaremos espaços administrados pelo Instituto, como o Palácio da Aclamação, no Campo Grande, o Palacete das Artes, na Graça, o Museu de Arte da Bahia, no Corredor da Vitória, e o MAM, na Avenida Contorno”, apontou João Carlos.

O programa ‘O Lugar do Museu’ integra melhorias para os espaços culturais do Ipac, empreendidas desde fevereiro de 2015. Dentre as novas diretrizes sugeridas pelo diretor João Carlos de Oliveira, estão dinamizar os museus com parcerias público-privadas, inserir projetos contemporâneos e redes colaborativas, dialogar com experiências museológicas bem-sucedidas, ativar os equipamentos e buscar que a população se aproprie mais desses equipamentos.

“O objetivo é criar, por meio de relatos de casos, pesquisas e perspectivas históricas e tópicas, um painel sobre as dificuldades e as expectativas enfrentadas por instituições”, disse o diretor do MAM, Marcelo Rezende. Ele explicou que os encontros abordarão a atuação dos museólogos, a participação do público, e as experiências sociais, formativas e artísticas a partir do espaço museal.

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Museu de Arte da Bahia | FOTO: Divulgação/Jhonas Araujo |

Programação
De acordo com a diretora executiva do MAM, Luciana Moniz, acontecerão dois dias de trabalho por semana durante um mês. No primeiro dia, aberto ao público, os profissionais de museus baianos, nacionais e internacionais discutirão os temas propostos. E no segundo dia os dirigentes dos museus baianos se reúnem para ampliar e discutir os casos do dia anterior.

Na programação, temas sobre os programas museais, o museu como utopia, perspectivas formativas da educação, o trabalhador do museu, a experiência relacional, dentre outras. “Os diálogos proporcionam amadurecimento sobre o papel dos museus na sociedade contemporânea, refletem as dificuldades e expectativas das instituições e de seus profissionais, e aumentam o repertório dos gestores desses espaços”, ressaltou Luciana Moniz.

Já a interface internacional de “O Lugar do Museu” se dará através de ‘Episódios do Sul’, plataforma organizada pelo Goethe Institut Internacional. O programa contará com participantes da Turquia, Espanha, Argentina, África do Sul, Alemanha, entre outros países. Detalhes sobre datas e confirmação dos convidados serão divulgados em breve.

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