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Servidores da Conder decretam greve por tempo indeterminado na Bahia

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Paralisação foi iniciada nesta terça-feira (21) com ato em Salvador. Principal reivindicação é reajuste salarial, diz presidente de associação | FOTO: Reprodução |

De acordo com publicação do Portal G1, os servidores da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) iniciaram greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (21). Eles estão concentrados desde às 7h30, na porta da sede da empresa, no bairro de Narandiba, em Salvador. De acordo com José Augusto, presidente da Associação dos Servidores da Conder (Ascon), o acordo coletivo não foi fechado e os trabalhadores não têm plano de cargo, carreira e salários.

“Prometeram a revisão salarial e não fizeram. Além disso, aqui na Conder tem gente ocupando cargos comissionados, que deveriam fazer parte do plano de carreira”, relata Augusto. Por meio de nota, a Conder informou que continua aberta ao diálogo e mantém firme a disposição de seguir negociando o acordo coletivo. Disse ainda que na segunda-feira (20) foi realizada reunião conjunta das comissões de negociação que representam os empregados e a empresa responsável pela gestão de recursos humanos do governo estadual.

A Conder também informou que todos os esforços estão sendo empreendidos no sentido de atender às reivindicações, mas o cenário de crise econômica nacional impactou também as finanças do estado. A proposta apresentada à Conder pelo governo foi de conceder o reajuste de 8,17%, em duas parcelas, a primeira no percentual de 4,5% retroativa a maio e a segunda no percentual de 3,51% em novembro, que segundo a Companhia é um aumento maior do que o 6,41%, aprovado pela Assembleia Legislativa para os servidores da administração direta.

Mesmo com a paralisação, José Augusto informa que toda obra de encosta será liberada e a população não será prejudicada com o ato. “Essa é uma greve que atinge a diretoria e a administração da Conder. Não queremos prejudicar as obras de encostas e nem estamos fazendo nenhuma atividade que atrapalhe a população. Queremos atingir a empresa, que alega não ter dinheiro para fazer reajustes”, conta.

O presidente da Ascon ainda conta que mesmo com uma liminar em favor dos trabalhadores garantindo amplo debate para a modificação do estatuto da empresa, a direção da Conder publicou, no Diário Oficial, uma reforma estatutária. Isso resulta na criação de nova diretoria, novos cargos e manutenção de outros que, para a Ascon, deveriam ser extintos. Extraído do Portal G1.

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