• Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Jornal da Chapada
Advertisement
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Jornal da Chapada
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Home Cidades

Mulheres são vítimas de tortura sistêmica nos presídios, diz defensor público

Jornal da Chapada por Jornal da Chapada
10 dezembro 2015 - 17h49
no Cidades, Curiosidades, Menu Principal, Polícia
0
foto5
Fábio Amado ressaltou a importância de integrar e fortalecer o diálogo entre os diversos órgãos, instituições e mecanismos que atuam na erradicação dessa prática | FOTO: Reprodução |

O coordenador de Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, Fábio Amado, disse nesta quarta (9) que as mulheres são vítimas de tortura “sistêmica e generalizada” nos presídios do país. A afirmação foi feita durante seminário “Os desafios para o enfrentamento à tortura”, realizado no auditório da Defensoria Pública, na região central do Rio. Amado ressaltou a importância de integrar e fortalecer o diálogo entre os diversos órgãos, instituições e mecanismos que atuam na erradicação dessa prática. Para o coordenador, existe um viés sexista que afeta diretamente as mulheres.

“Infelizmente ainda existe esse viés que faz com que as mulheres sejam vítimas constantes de práticas de tortura e maus tratos”, disse Amado. O defensor público acrescentou que houve, recentemente, o caso de uma detenta que teve seu filho na cela. Amado disse que, o que deveria ser um momento sublime, de realização plena, ocorreu em condições degradantes, no interior de uma cela de isolamento. “Na visão da Defensoria, por si só, o que ocorreu já é uma pena degradante e desumana. É um fato inadmissível e não deve de maneira nenhuma se repetir”, observou.

O caso ao qual Fábio Amado se refere é o de uma detenta, que teve um bebê em uma solitária da penitenciária Talavera Bruce, no Complexo Penitenciário de Bangu, zona oeste do Rio. Embora outras detentas tenham gritado por socorro, elas não foram atendidas. Vera Lúcia Alves, que participa do movimento Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio de Janeiro (MEPCT), disse que o caso da detenta da penitenciária Talavera Bruce não é fato isolado. Existem outros casos, que não vieram à tona, segundo ela. Da Agência Brasil.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads
  • Compartilhar no Reddit(abre em nova janela) Reddit
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail

Relacionado

Post Anterior

Bahia: Juazeiro recebe mutirão Acordo Legal no período de 14 a 17 de dezembro

Próximo Post

Larvicida será colocado em carros-pipa para combater vírus Zika, diz ministro

Próximo Post

Larvicida será colocado em carros-pipa para combater vírus Zika, diz ministro

Por favor login para participar da discussão
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • INÍCIO
  • JORNAL DA CHAPADA
  • ASSESSORIA
  • MUNICÍPIOS
  • ENTREVISTAS
  • POLÍTICA
  • SÃO JOÃO

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.