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Home Assessoria

Bahia: Site facilitará venda de sementes nativas do cerrado baiano

Jornal da Chapada por Jornal da Chapada
3 junho 2016 - 15h51
no Assessoria, Cidades, Curiosidades, Menu Principal
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Bahia: Site facilitará venda de sementes nativas do cerrado baiano
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Cerca de 50 espécies de sementes do cerrado e do semiárido brasileiro, até trepadeiras como o maracujá do mato, fazem parte do estoque armazenado | FOTO: Reprodução |

A prefeitura de Luís Eduardo Magalhães (LEM), através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Economia Solidária (Sema), apresentou na tarde da última quarta-feira (2), na área onde funcionam o Centro de Educação Ambiental, Viveiro de Mudas e a Casa de Sementes, o site do projeto “LEM APP 100% Legal”. Tal ferramenta, inédita no norte e nordeste do país, irá facilitar a venda de sementes.

Segundo os coordenadores do projeto, a nova Ferramenta digital é ‘customizável’, permite fácil visualização e navegação. Eles destacam que a partir de um portal próprio a comunicação entre os prováveis compradores irá melhorar substancialmente, pois se trata de um poderoso e rápido meio de apresentar as sementes. A construção do site foi custeada com recursos do Fundo Municipal do Conselho do Meio Ambiente.

Muvuca
Cerca de 50 espécies de sementes do cerrado e do semiárido brasileiro, como o Ipês, Jatobá, Peroba, Pau Santo Jacarandá e até trepadeiras como o maracujá do mato, fazem parte do estoque armazenado em um ambiente climatizado, construído especialmente para esta função. Construída pela Prefeitura Municipal.

A Casa de Sementes como foi denominado o local, armazena sementes durante o ano todo para que elas sejam utilizadas para arborização urbana e recuperação de áreas degradadas, através do plantio mecanizado de sementes florestais, batizado de “Muvuca”, por parte do processo é uma mistura de diversas espécies.

Durante o plantio mecanizado (plantio a lanço), a mistura de um conjunto de espécies nativas e agrícolas, como milho, sorgo, feijão, milho, entre outras, e areia. A Muvuca, utilizada No Parque Indígena do Xingu, é uma opção econômica de reflorestamento, já que se consegue uma economia de mais de 75 por cento em comparação com outros métodos utilizados.

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