• Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Jornal da Chapada
Advertisement
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Jornal da Chapada
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Home Cidades

Chapada: Reuniões públicas apresentam Barragem Vazante-Baraúnas a comunidades da região

Jornal da Chapada por Jornal da Chapada
13 julho 2016 - 17h21
no Cidades, Curiosidades, Economia, Menu Principal
0
foto6
As reuniões aconteceram nas Câmaras Municipais de Boninal e Seabra, respectivamente nos dias 7 e 8 de julho, e reuniram 264 pessoas | FOTO: Reprodução/Cerb |

A Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb), empresa da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), atendendo exigência do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), realizou duas reuniões públicas para apresentação do projeto, dos estudos ambientais e do Plano de Atendimento e Compensação Social da Barragem Vazante-Baraúnas, que será construída no Rio Cochó, entre os municípios de Boninal e Seabra, a cerca de 535 quilômetros da capital baiana, na Chapada Diamantina. As reuniões públicas aconteceram nas câmaras municipais de vereadores dos dois municípios, respectivamente nos dias 7 e 8 de julho, e reuniram 264 pessoas.

A Barragem Vazante-Baraúnas tem como principal objetivo o abastecimento de água das sedes de Seabra e Boninal e parte de Piatã, além da dessedentação de animais, incremento da agricultura irrigada e regularização do trecho do Rio Cochó. Os povoados de Baraúnas, Velame, Vazante e Saco Comprido, pertencentes ao município de Seabra, e Caetitu, Saco Comprido, Salinas, Pocinho, Pastinho e Pau Ferro, pertencentes ao município de Boninal, serão os mais diretamente impactados pelo empreendimento, os quais a Cerb tratará de forma diferenciada na mitigação dos impactos.

O empreendimento formará um lago de 256 hectares, com volume acumulado de 23,7 milhões de metros cúbicos, vazão regularizada de 251,71 litros por segundo e uma extensão do eixo de 347,8 metros. O custo total do empreendimento está orçado em R$ 92,5 milhões, recursos oriundos do Ministério da Integração e do Governo do Estado da Bahia.

Durante as reuniões públicas, o engenheiro e gerente do Departamento de Meio Ambiente e Barragens da Cerb, Irinalvo Roque da Silva, explicou que o Governo do Estado quer diminuir o déficit hídrico e permitir a disponibilidade contínua de água para as regiões, em quantidade suficiente e qualidade adequada aos diversos tipos de usuário.

foto67
As dúvidas e questionamentos foram esclarecidos por representantes da Cerb | FOTO: Reprodução/Cerb |

O projeto e os estudos ambientais da barragem, nos quais foram analisadas cinco alternativas para escolha do local do empreendimento, foram apresentados pelo geólogo Caio Mário Nou. Ele explicou que o lugar escolhido foi em razão de um histórico dos estudos básicos desenvolvidos e destacou os principais impactos negativos e positivos, nos meios físico, biótico e antrópico, além dos planos e programas elaborados para diminuir e/ou compensar os impactos decorrentes da implantação da obra.

Já o plano de atendimento e compensação social, dando ênfase ao decreto de utilidade pública para fins de desapropriação, cadastro imobiliário e agrícola, pesquisas de preços, laudos de avalição para cada propriedade e as situações de afetação das 158 propriedades atingidas, incluindo o território quilombola de Vazante, foi apresentado pelo geólogo e assessor da presidência da Cerb, Godofredo Lima Júnior.

Ele salientou o quadro de propriedades impactadas diretamente e os tipos de indenização, como monetária e monetária/reassentamento, com opções de construção de casas pela Cerb ou pelo próprio proprietário. O geólogo explicou ainda sobre as possibilidades de compensação financeira para os proprietários que não possuem documentação legal de terra nua.

Após as apresentações, foram iniciados os debates, com intensa participação da comunidade, especialmente com relação aos processos de indenização, documentação das terras, acessos para as comunidades e território quilombola, início e prazo de execução das obras, processo licitatório para contratação dos serviços do programa de trabalhos sociais e recuperação das nascentes. As dúvidas e questionamentos foram esclarecidos por representantes da Cerb, do Inema e da empresa responsável pela elaboração dos estudos ambientais. As informações são da Cerb.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads
  • Compartilhar no Reddit(abre em nova janela) Reddit
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail

Relacionado

Post Anterior

Governador Rui Costa lamenta morte da ex-secretária Luiza Bairros

Próximo Post

Bahia: Força-tarefa apura desvios de mais de R$5 milhões na prefeitura de Caatiba; confira vídeo

Próximo Post
Bahia: Força-tarefa apura desvios de mais de R$5 milhões na prefeitura de Caatiba; confira vídeo

Bahia: Força-tarefa apura desvios de mais de R$5 milhões na prefeitura de Caatiba; confira vídeo

Por favor login para participar da discussão
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • INÍCIO
  • JORNAL DA CHAPADA
  • ASSESSORIA
  • MUNICÍPIOS
  • ENTREVISTAS
  • POLÍTICA
  • SÃO JOÃO

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.