Unicef demonstra interesse nos testes rápidos de Zika da Bahiafarma

Postado em nov 20 2016 - 7:49am por Jornal da Chapada
zika

A principal preocupação do órgão internacional é o rápido avanço da Zika | FOTO: Reprodução |

Em reunião realizada na manhã desta sexta-feira (18), a direção do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) demonstrou interesse no uso dos testes rápidos para diagnóstico de infecção por Zika vírus desenvolvidos pela Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) em regiões do mundo onde há surtos deflagrados da doença, como países das Américas do Sul e Central, da África e da Ásia, e outras potencialmente suscetíveis ao avanço da enfermidade.

Segundo o diretor-presidente do laboratório público baiano, Ronaldo Dias, a principal preocupação do órgão internacional é o rápido avanço da Zika, enfermidade relacionada ao surgimento de casos de microcefalia em fetos e bebês, sem que haja uma forma rápida e econômica de diagnosticar a doença na maioria dos países atingidos. “Eles têm muito interessem em levar nossos testes para essas áreas onde há muito risco de contrair a doença, para monitorar seu avanço e controlar os surtos. Vamos iniciar um plano de validação dos testes nos países para atender a essa demanda”.

O encontro, realizado na sede do órgão, em Copenhague (Dinamarca), foi agendado pelos diretores do órgão internacional, para que conhecessem os testes rápidos e iniciassem um plano de uso dos dispositivos no mundo. “Fomos convidados pela direção da Unicef para participar desse projeto de alcance global”, disse o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, também presente na reunião.

Bahiafarma
A Bahiafarma é um laboratório farmacêutico público que tem o objetivo de desenvolver e fornecer produtos, serviços e inovação tecnológica para a saúde pública do País. Integra a administração pública indireta do Poder Executivo do Estado da Bahia, vinculada à Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), e possui como metas minimizar a dependência do Estado da importação de produtos e tecnologia, atuando de forma competitiva e econômica para o Sistema Único de Saúde (SUS). As informações são da Sesab.

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