Valmir lembra luta do povo negro e critica medidas retrógradas do governo federal

Postado em nov 21 2016 - 10:14am por Jornal da Chapada
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O deputado Valmir Assunção durante atividade da Sepromi em Salvador | FOTO: Divulgação |

Autor do Estatuto da Igualdade Racial em vigor na Bahia, o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) foi um dos políticos que reforçou a luta do povo negro e sem-terra do estado e esteve em diferentes atividades do governo da Bahia, neste domingo (20). No dia em que se celebra a ‘Consciência Negra’, o parlamentar lembrou a importância de assegurar políticas públicas de reparação para amenizar as diferenças sociais e inserir, cada vez mais, o povo negro na luta por direitos, diminuindo a distância da desigualdade.

“É dia de lembrar a memória de luta do povo negro. Lutamos durante séculos por direitos e liberdade e agora querem voltar a nos escravizar, com as medidas retrógradas de um governo golpista, que ataca esses direitos e liberdade. Acabar com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial é uma ofensa aos anos de luta de toda a população. Querem acabar com tudo, até com as cotas raciais, com o Bolsa Família, com o minha Casa, Minha Vida. Precisamos brigar por nosso direitos, estamos sendo massacrados por uma elite perversa”, salienta Assunção.

Na capital, o deputado esteve na Caminhada da Liberdade, no Curuzu, – ação promovida pelo movimento negro e com o apoio da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), atualmente administrada pela titular Fabya Reis. A pasta ainda apoiou a Lavagem da Estátua de Zumbi, na sede da Unegro, no Pelourinho, a Marcha para Zumbi dos Palmares, no Campo Grande, e o Palco da Convergência Negra, debatendo a ‘unidade contra o racismo’.

“O governo de Rui Costa tem feito seu papel, mas é preciso mais investimentos para assegurar o cumprimento do estatuto, como ações culturais e de valorização de blocos afros e todos os setores envolvidos, eles reverberam a cultura negra da Bahia por todo o país e para outros continentes. Além disso, é preciso envolver ainda mais o movimento negro em todo o processo de diálogo para a criação de novas políticas de inclusão”, completa Valmir.

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