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Presidente do PR na Bahia nega articulação para filiação do prefeito de Feira de Santana

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A direção estadual do PR destaca que “continua firme” a aliança firmada em 2016 com a base do governador Rui Costa | FOTO: Divulgação |

Presidente do Partido da República (PR) na Bahia, o deputado federal José Carlos Araújo procurou o jornal Tribuna da Bahia para negar que haja articulação em curso pela filiação do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, que é do DEM de ACM Neto e estaria buscando um partido para se filiar e passar para o time do governador Rui Costa, de acordo com informações de bastidores publicadas neste espaço. Araújo abre as portas do PR para Zé Ronaldo, mas pondera que nunca tratou o assunto com o prefeito da Princesa do Sertão.

“O Partido da República na Bahia está sempre de portas abertas para grandes e importantes quadros da política baiana, como é o caso do atual prefeito da cidade de Feira de Santana, José Ronaldo. Ele será muito bem-vindo ao nosso partido. O prefeito José Ronaldo dignifica qualquer legenda. O PR ficaria honrado. No entanto, não tive nenhuma conversa com José Ronaldo sobre o assunto. Tudo o que soube foi por meio da imprensa”, afirma José Carlos Araújo.

A direção estadual do PR destaca que “continua firme” a aliança firmada em 2016 “com o governador Rui Costa, com o senador Otto Alencar (PSD), com o vice-governador João Leão, e o ex-governador Jaques Wagner”. José Carlos Araújo esclarece que continua “amigo” de Otto Alencar. “Tenho conversado e viajado muito com o senador. Estaremos juntos em 2018. Uma amizade de mais de 40 anos jamais iria ser arranhada por causa de mal entendido partidário. Tudo já foi esclarecido. E sou muito grato ao senador, que sempre me ajudou e tenho certeza que vai continuar me ajudando”, reitera o presidente do PR baiano.

Araújo lembra à Tribuna que assumiu o comando do PR na Bahia num momento em que o partido estava sem rumo definido, inclusive quase compondo com ACM Neto em 2016 na disputa pela Prefeitura de Salvador. “Assumi o partido no mês de março de 2016. Um partido destroçado, com brigas internas, fraco. Fui presidente do PR. Quando saí, deixei o partido com seis deputados federais, cinco deputados estaduais e 43 prefeitos. Para a minha tristeza, nesse meu retorno, encontrei o PR sem nenhum deputado estadual, com dois deputados federais e com apenas nove prefeituras”, diz o deputado.

Ele destaca o retorno da estabilidade entre o PR e Rui. “Em pouco tempo, a situação se reverteu. Reunificado, o partido foi contemplado pelo governador com a Secretaria de Turismo (Setur), atualmente comandada por José Alves Peixoto. Hoje o partido tem três deputados federais e 21 prefeitos, 21 vice-prefeitos e mais de 200 vereadores”. Texto extraído da Tribuna da Bahia.

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