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#Salvador: Ativista trans dirige filme sobre movimento e faz lançamento no Dia da Visibilidade Trans

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O longa conta a história de Keila Simpson, sua trajetória de luta por direitos civis e sua atuação política | FOTO: Divulgação/Adeloyá Magnoni |

A celebração do Dia da Visibilidade Trans 2018, promovido pelo coletivo De Transs Pra Frente, em sua 17ª edição, vai reverenciar a história de luta do movimento de mulheres trans, travestis e transexuais da Bahia no nome de Keila Simpson, travesti presidenta da Antra (Associação Nacional de Travestis e Transsexuais). Nesta edição, esta importante data política será de lançamento do filme Um Atentado Violento ao Pudor, com direção de Gilson Goulart Carrijo e Keila Simpson, com início às 18h30 do dia 29 de janeiro, na Livraria Cultura, do Salvador Shopping.

O longa conta a história de Keila Simpson, sua trajetória de luta por direitos civis e sua atuação política, entrelaçadas às ações e estratégias do movimento trans e travesti na Bahia e no Brasil. O filme segue com debate ao final, com a própria Keila, protagonista e diretora do filme, junto ao trans ativista, fotógrafo e produtor audiovisual João Hugo e mediação da professora em Saúde Coletiva (UFRB), Fran Demétrio. Para Keila, existe uma grande potência no filme enquanto instrumento de registro histórico das identidades e movimentos de pessoas trans e travestis.

“O filme é um resgate de uma memória que ainda está viva. Claro, com atravessamentos da minha vida dentro dessa narrativa, mas o cerne é o movimento trans e as histórias narradas por pessoas que marcaram uma época. Com isso também queremos deixar caminhos abertos para que outros trabalhos desta natureza possam ser desenvolvidos, escritos, gravados, registrados e jamais esquecidos”, diz. O encerramento fica por conta da Banda Muriquins, que apresentará um repertório autoral, engajado nos discursos raciais, de gênero e de classe.

De Transs Pra Frente
O coletivo De Transs Pra Frente ​é formado por pessoas trans, travestis e cis-aliadas, a partir de eventos mensais realizados desde maio de 2016, e nasceu para suprir a necessidade de se falar das estratégias e urgências do movimento trans e travesti em primeira pessoa, quando pautas como a violência sistêmica, construções sociais de gênero, dificuldade de acesso à saúde, educação, trabalho e moradia têm sido discutidas e evidenciadas na voz e produção de um coletivo composto majoritariamente por pessoas trans e travestis.

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