• Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Jornal da Chapada
Advertisement
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Jornal da Chapada
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Home Cidades

#Brasil: Ministério da Agricultura passa a ser responsável por reforma agrária, terras indígenas e quilombos

Jornal da Chapada por Jornal da Chapada
4 janeiro 2019 - 18h49
no Cidades, Curiosidades, Editorial, Menu Principal
0
#Brasil: Ministério da Agricultura passa a ser responsável por reforma agrária, terras indígenas e quilombos

Com a confirmação da mudança, Funai é esvaziada; regularização de terras quilombolas deixa de ser responsabilidade do Incra - Marcelo Camargo - EBC

Com a confirmação da mudança, Funai é esvaziada; regularização de terras quilombolas deixa de ser responsabilidade do Incra | FOTO: Marcelo Camargo/EBC |

Em medida provisória divulgada na noite da última terça-feira (1º), em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), o governo de Jair Bolsonaro (PSL) estabeleceu que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ficará responsável pela identificação, delimitação e demarcação de terras indígenas. Até então, o processo responsabilidade da Fundação Nacional do Índio (Funai).

A publicação também transfere do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para a pasta a responsabilidade pela regularização de terras quilombolas. A pasta será ainda responsável pela reforma agrária.

O ministério é comandado pela ex-deputada Tereza Cristina (DEM-MS), reconhecida no Congresso como defensora das causas ruralistas. A medida provisória se restringe a indicar qual órgão ficará encarregado da tarefa, sem informar como funcionará o processo de demarcação.

No caso de terras quilombolas, o processo, atualmente, envolve sete etapas, começando pela abertura de um processo no Incra. Na sequência, estudos e relatórios sobre a área reclamada são elaborados, até que um decreto presidencial oficialize a concessão do título de propriedade, se o entendimento for de que a região pertence, de fato, a descendentes de escravos.

A reportagem da Época Negócios procurou a Funai, o ministério e a Fundação Cultural Palmares, que faz levantamentos sobre as comunidades quilombolas, mas não obteve retorno. As informações são da Época Negócios.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads
  • Compartilhar no Reddit(abre em nova janela) Reddit
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail

Relacionado

Post Anterior

Vereador tucano de Irecê é agredido e ameaçado de morte por reclamar de acúmulo de lixo

Próximo Post

#Bahia: Inscrições abertas para o processo seletivo com 2,4 mil vagas em colégios e creche da PM

Próximo Post
Abertas as inscrições para creche e colégios da PM na Bahia; saiba mais aqui

#Bahia: Inscrições abertas para o processo seletivo com 2,4 mil vagas em colégios e creche da PM

Por favor login para participar da discussão
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • INÍCIO
  • JORNAL DA CHAPADA
  • ASSESSORIA
  • MUNICÍPIOS
  • ENTREVISTAS
  • POLÍTICA
  • SÃO JOÃO

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.