Chapada: Garoto de Seabra é selecionado para Escola Bolshoi de Ballet e busca apoio financeiro para realizar sonho

Postado em jan 14 2019 - 6:42pm por Jornal da Chapada

Gabriel foi selecionado entre 4.870 inscritos e faz parte dos 40 alunos que passaram para 2019, lembrando que a concorrência é de 120 para uma vaga | FOTO: Montagem do JC/Divulgação |

O garoto Gabriel Serrano Ursule, de 11 anos, e sua família estão na luta para conseguir fazer com que ele possa viver uma experiência única. A de ser bailarino na Escola Bolshoi de Ballet, que é Russa, mas tem sua única filial fora do país em Joinville, Santa Catarina. Gabriel, é natural de Seabra, na Chapada Diamantina, e passou por todas as etapas de seletiva da escola, tendo ido para Ilhéus – sul da Bahia -, para a primeira seletiva e depois para a cidade catarinense.

“A segunda seletiva, em outubro, aconteceu em três etapas, em dois dias. A fisioterápica primeiro e depois seleção artística e cognitiva, todas três eliminatórias”, contou a mãe Andrea Serrano ao Jornal da Chapada. O menino estudou em uma escola que desenvolve as questões artísticas das crianças e foi lá que Gabriel ele se aproximou da dança. “Ele ficou cinco anos na escola. Lá sempre fez circo e sempre trabalhou com artes em geral, música e teatro. Ano passado uma professora de ballet de uma academia da cidade perguntou se ele estava bem fisicamente para fazer o teste do Bolshoi. Aí começou tudo”, disse Andrea.

Veja fotos de Gabriel atuando

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Gabriel foi selecionado entre 4.870 inscritos e faz parte dos 40 alunos que passaram para 2019, lembrando que a concorrência é de 120 para uma vaga. Sendo confeiteira, Andrea não tem uma reserva de dinheiro para levar a família toda para Santa Catarina, Gabriel é o filho mais novo de quatro irmãos, e por isso criou uma vaquinha virtual (acesse aqui).

A criança já tem as passagens e a papelada. No entanto, para seu conforto e adaptação, toda a família quer estar ao seu lado, e o custo é muito maior. “Estava tudo pronto. Íamos deixar ele com uma cuidadora, uma mãe social, mas não achei que seria adequado para ele deixar com uma pessoa estranha. Como foi tudo acontecendo muito rápido eu não estava estruturada, mas vai a família inteira, com vaquinha ou sem”, afirmou Andrea.

Por Adalício Neto / Jornal da Chapada

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