• Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Jornal da Chapada
Advertisement
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Jornal da Chapada
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Home Cidades

#Polêmica: Aval para eletrochoque será revisto, diz ministro da Saúde do governo Bolsonaro

Jornal da Chapada por Jornal da Chapada
14 fevereiro 2019 - 13h00
no Cidades, Curiosidades, Menu Principal, Saúde
0
#Polêmica: Aval para eletrochoque será revisto, diz ministro da Saúde do governo Bolsonaro

Ministro da saúde afirmou que texto está em discussão e pode sofrer alterações - Reprodução

Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que texto está em discussão e pode sofrer alterações | FOTO: Reprodução |

O documento preparado pelo governo que dá sinal verde para a compra no SUS de aparelhos de eletroconvulsoterapia (conhecido como eletrochoque) será revisto. Em meio às críticas, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o texto preparado pela equipe está em discussão e poderá ter alguns tópicos alterados. A informação diverge do que havia dito ao Estado a própria pasta anteontem, quando informou que o documento estava pronto.

Com 32 páginas, a nota com esclarecimentos sobre as mudanças na Política Nacional de Saúde Mental e na Política Nacional sobre Drogas, provocou reação de associações do setor. Além do aval para a compra dos aparelhos de eletrochoque, a nota enfatiza o papel das comunidades terapêuticas e prega a abstinência para dependentes de drogas. Hoje, a estratégia considerada mais relevante é a de redução de danos. A nota também reforça a possibilidade da internação de crianças em hospitais psiquiátricos.

Diante da notícia, a Associação Brasileira de Saúde Mental e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva avisaram que preparariam manifestos contra o documento do governo, considerado um retrocesso sem precedentes na política de saúde mental do País. “O texto publicado não é uma nota técnica, mas um documento político que agrada hospitais, setores que lucram com manicômios e com a medicalização”, afirmou Paulo Amarante, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e integrante da Associação Brasileira de Saúde Mental.

Para críticos, a política preconizada na nota do ministério coloca em primeiro plano intervenções autoritárias. “Parte-se do pressuposto que o dependente é criminoso, incapaz”, disse Amarante.Professor da Universidade Federal de São Paulo, Dartiu Xavier, foi enfático: “É como se todas as experiências bem sucedidas realizadas até o momento fossem deixadas de lado. Venceu o obscurantismo”, disse.

Nesta sexta, Mandetta procurou um tom conciliador. Disse que o uso de eletrochoque faz parte do arsenal terapêutico e que sua adoção, quando feita de forma humanizada e respeitando indicações técnicas não pode ser descartado. O ministro citou a importância do processo de desospitalização no País na área de saúde mental. Com a mudança, foram fechados vários hospitais de saúde mental que eram na época chamados de “depósitos”, de pacientes, com torturas e maus-tratos. O ministro, no entanto, disse que a pasta está preocupada com uma falha na assistência, sobretudo a dependentes químicos.

Em casos graves, pacientes passam por um período de desintoxicação em hospitais gerais. Mas, completou, depois disso a assistência no SUS se resume a atendimentos ambulatoriais nos Centros de Assistência. No caso de pessoas com recursos, disse, a alternativa é recorrer a clínicas de reabilitação. “Mas não há essa alternativa no SUS. Na área de atendimento a dependentes, é como se estivéssemos na época pré-SUS. Pagantes vão para clínicas, com psicólogos de plantão e os que não têm condições vão para as ruas. A mercê de uma rota de caridade”.

Mandetta disse ter dúvidas sobre as comunidades terapêuticas, como métodos empregados na terapia, o uso da religião. “Precisamos debater. O governo não é dono da verdade. Não é ditadura da saúde. Vamos ter de conversar com pesquisadores, com sociedades de especialistas para saber as alternativas”. As informações são do site da Revista Exame.

Leia também

#Polêmica: Governo Bolsonaro incentiva eletrochoques e propõe a volta dos manicômios no país

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads
  • Compartilhar no Reddit(abre em nova janela) Reddit
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail

Relacionado

Post Anterior

#Bahia: Casa desaba em Ipirá, mas ninguém sai ferido; moradores não estavam na residência

Próximo Post

#Bahia: Polícia recupera motocicleta e prende autor do furto no município de Senhor do Bonfim

Próximo Post
#Bahia: Polícia recupera motocicleta e prende autor do furto no município de Senhor do Bonfim

#Bahia: Polícia recupera motocicleta e prende autor do furto no município de Senhor do Bonfim

Por favor login para participar da discussão
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • INÍCIO
  • JORNAL DA CHAPADA
  • ASSESSORIA
  • MUNICÍPIOS
  • ENTREVISTAS
  • POLÍTICA
  • SÃO JOÃO

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.