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#Vídeos: Nordestino de Baía Formosa, Ítalo Ferreira conquista primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio

Campeão olímpico derrotou o japonês Kanoa Igarashi na final do surfe masculino.

O surfista Ítalo Ferreira conquistou o primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio e o primeiro na história do surfe em Olimpíadas na madrugada desta terça-feira (27).

O nordestino de Baía Formosa de 27 anos, estreante nos Jogos Olímpicos, desbancou o japonês Kanoa Igarashi na grande final. As decisões foram adiantadas em um dia em razão da ameaça da chegada de um tufão em Tóquio.

Durante um minuto e meio de prova, o brasileiro obteve a quebra da prancha logo na primeira tentativa de manobra. Ele ficou insatisfeito com a escolhida para a troca e fez o uso de uma terceira.

Ao conseguir três boas notas, foi suficiente para deixar o japonês em combinação. No somatório final, 15,14 contra 6,60 do rival. O ouro já estava garantido.

Na primeira nota, ele recebeu 1.70 pelas poucas manobras obtidas, enquanto o rival recebeu 3.83. Mas logo depois, ele levou 0.67 ao sofrer uma queda. Aos oito minutos ele pegou a sua primeira boa onda, levando 7.00 dos juízes e trocou em seguida, a sua segunda nota na sequência, ao pegar uma onda de 5.50.

Posteriormente, Italo foi para um aéreo e recebeu 7.77, deixando Kanoa Igarashi em uma combinação de 14.77. Ele continuou brilhando e a três minutos do final, pegou uma onda de 7.37, deixando Igarashi assistir a derrota para o brasileiro.

“Eu vim com uma frase para o Japão: diz amém que o ouro vem. Eu treinei muito nos últimos meses, mas só tenho que agradecer a Deus por tudo isso. Meu intuito é ajudar as pessoas e as famílias. Eu queria que a minha avó estivesse viva para ver isso. Sou muito feliz pelo que me tornei, pelo que fiz pelos meus pais. Sempre pedi para que esse sonho fosse realizado e ele aconteceu”, celebrou ele.

Gabriel Medina
Uma das principais esperanças de medalha do Brasil, Gabriel Medina perdeu a disputa pela medalha de bronze para Kanoa. Com a derrota, ele saiu em silêncio da praia e também não apareceu na praia quando Ítalo Ferreira ganhou a medalha de ouro.

Ele criticou o fato de o japonês ter levado uma pontuação maior em uma onda que, poucos minutos anteriores, o surfista brasileiro tinha feito e adquiriu baixa pontuação.

“É triste quando isso acontece. Muita gente mandou mensagem… É difícil passar o ano treinando, se esforçando, e chegar nisso. Mas minha parte fiz, estou amarradão, fiz o meu melhor, e agora é continuar trabalhando. Têm coisas que não dá para entender, mas tinha que ser assim”, lamentou. Jornal da Chapada com informações de GE.

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