• Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Jornal da Chapada
Advertisement
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Jornal da Chapada
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Home Economia

#Brasil: PLP do ICMS dos combustíveis é eleitoreiro e prejudica estados e municípios, dizem Fenafisco e Sindsefaz

Para Marlúcia Paixão, o projeto vai atender somente ao interesse do presidente da República de vender sua reeleição à sociedade brasileira.

Estagiário 1 por Estagiário 1
16 junho 2022 - 21h49
no Cidades, Curiosidades, Editorial, Menu Principal, Top
0
#Brasil: PLP do ICMS dos combustíveis é eleitoreiro e prejudica estados e municípios, dizem Fenafisco e Sindsefaz

Marlucia Paixão, presidente da Fenafisco e diretora do Sindsefaz | FOTO: Divulgação |

O PLP 18/2022, aprovado pela Câmara na última terça (14), que limitou em 17% o ICMS sobre combustíveis, não vai provocar a queda sustentável do preço na bomba. Engana-se quem pensa que o problema da gasolina de R$ 8,00 é culpa do imposto estadual. Desde novembro/2021 o ICMS é cobrado sobre a gasolina a R$ 6,50. Nem por isso, o produto deixou de subir mais R$ 1,50 em 7 meses.

O problema está no fato de o preço estar atrelado ao dólar e este viver um período de forte volatilidade. Quando o dólar sobe, há reajuste na mesma proporção. Mas o contrário não acontece. Quando a moeda norte-americana cai, não há redução do preço dos combustíveis nas bombas, pois os revendedores, que atuam em forma de cartel, não repassam a queda.

Há ainda a política atual da Petrobras, de privilegiar grandes fundos de investimento em vez de a população e o país com a construção de grande margem de lucro, o que impede que ganhos com a queda do dólar sejam repassados ao consumidor. No primeiro trimestre de 2022, a margem da estatal foi 31,6%, em média, seis vezes maior que as concorrentes. Como exemplo, a Chevron foi 11,5%, a Shell foi de 8,8%, a Exxon Mobil teve 6,6% e PetroChina lucrou 5,6%.

Não é à toa que os acionistas receberam R$ 101 bilhões em lucros e dividendos em 2021 e vão receber mais R$ 48,5 bilhões agora em junho/2022. Some-se a isso a privatização de refinarias, que tirou da estatal o poder de refino, entregando-o ao setor privado, como aconteceu com a Refinaria Landulfo Alves na Bahia, hoje nas mãos de um grupo estrangeiro.

“Bode na sala”
Na prática o PLP 18/2022 não resolve o problema. “Eleitoreiro, em um primeiro momento pode até forçar uma pequena queda no preço, mas não se sustenta no tempo porque não atinge a raiz da questão, que é o atrelamento ao dólar e a política de distribuição de lucros da Petrobras”, diz Marlucia Paixão, presidente da Fenafisco (Federação Nacional dos Trabalhadores do Fisco Estadual e Distrital) e diretora do Sindsefaz (Sindicato dos Servidores da Fazenda do Estado da Bahia).

Para Marlúcia, o projeto vai atender somente ao interesse do presidente da República de vender sua reeleição à sociedade brasileira. Nesta terça (14), ela participou de um debate na Câmara dos Deputados que discutiu os impactos sociais desta decisão. Participaram do seminário representantes de secretários de Educação, Saúde e Fazenda dos estados.

Segundo estudos da Fenafisco o PLP 18/2022 vai retirar R$ 90,5 bilhões dos estados, sendo R$ 11 bilhões do SUS, R$ 21 bilhões do Fundeb e R$ 5 bilhões do Fundo de Combate à Pobreza. Hoje, 25% dos recursos do ICMS vão para a educação, 15% vão para saúde, e outros 25% vão para os municípios.

Bolsonaro colocou um bode na sala. Mas ilude-se quem pensa que depois de um tempo o bode vai sair de lá. A partir de agora, além do problema original – combustível atrelado ao dólar e política de lucros dos acionistas da Petrobras – que vai perdurar até o fim desse governo nefasto, agora há também o bode – ICMS limitado – que os governadores e prefeitos terão que se preocupar. O combustível caro e, agora, a queda de receitas que atingirá estados e municípios, quem vai ter que suportar é a população. Com informações de assessoria.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads
  • Compartilhar no Reddit(abre em nova janela) Reddit
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail

Relacionado

Post Anterior

#Salvador: Governo Rui entrega segunda policlínica de saúde na capital e chega à marca de 24 unidades desse tipo no estado

Próximo Post

#Salvador: Ampliação do Salvador Social é foco de visita de integrantes do Banco Mundial

Próximo Post
#Salvador: Ampliação do Salvador Social é foco de visita de integrantes do Banco Mundial

#Salvador: Ampliação do Salvador Social é foco de visita de integrantes do Banco Mundial

Por favor login para participar da discussão
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • INÍCIO
  • JORNAL DA CHAPADA
  • ASSESSORIA
  • MUNICÍPIOS
  • ENTREVISTAS
  • POLÍTICA
  • SÃO JOÃO

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.