A Bahia gerou 270.312 empregos formais entre janeiro de 2023 e novembro de 2025, de acordo com dados do Novo Caged, divulgados no final de dezembro pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Com esse desempenho, o número de vínculos com carteira assinada no estado passou de 1.981.145, no final de 2022, para 2.251.457 em novembro de 2025.
Os resultados colocam a Bahia na quinta posição no ranking nacional de geração de empregos, ficando atrás apenas de São Paulo (535.716), Minas Gerais (151.470), Paraná (131.935) e Rio de Janeiro (124.271). O desempenho conjunto dos estados contribuiu para que o Brasil ultrapassasse, no período, a marca histórica de 5 milhões de novos empregos formais.
No acumulado entre 2023 e novembro de 2025, todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisados registraram saldo positivo na Bahia. O setor de Serviços liderou a geração de empregos, com 158.105 vagas abertas. Na sequência aparecem o Comércio, com 49.836 postos, a Indústria, que criou 31.189 vínculos, a Construção, com 16.779, e a Agropecuária, que gerou 14.395 empregos formais.
Entre os municípios baianos, Salvador apresentou o maior saldo de empregos no período, com a criação de 82.841 novos postos com carteira assinada. Em seguida, destacam-se Feira de Santana, com 20.624 vínculos, e Lauro de Freitas, com saldo de 15.133 empregos formais.
No recorte por gênero, a maior parte das vagas geradas foi ocupada por homens, que preencheram 136.570 postos, enquanto as mulheres ocuparam 133.742 empregos no mesmo período.
Em relação à faixa etária, os jovens de 18 a 24 anos foram os principais beneficiados, ocupando 195.661 novos postos formais. Já na análise por grau de instrução, a maioria dos vínculos foi preenchida por trabalhadores com ensino médio completo, responsáveis por 241.503 empregos no estado.
Jornal da Chapada
















































