O deputado federal Paulo Azi (União Brasil) fez duras críticas, nesta quarta-feira (1º), à ação movida pela Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB-PV) contra o evento político realizado em Feira de Santana, que marcou a apresentação da chapa liderada por ACM Neto (União Brasil). Para o parlamentar, a medida representa uma tentativa de censura e de intimidação no cenário político baiano.
Segundo Azi, o encontro ocorreu dentro da legalidade e integra o processo democrático. Ele ressaltou que o evento foi aberto ao público e contou com a participação de lideranças políticas e cidadãos de diferentes regiões do estado. “Foi uma atividade legítima, democrática e voltada à apresentação de um projeto para a Bahia”, declarou.
O deputado também demonstrou preocupação com a inclusão de profissionais da imprensa na ação judicial. De acordo com ele, esse ponto amplia a gravidade da situação, por atingir diretamente a liberdade de imprensa. “É inaceitável que jornalistas sejam alvo desse tipo de iniciativa. Isso configura uma tentativa de perseguição que ultrapassa o campo político”, pontuou.
Na avaliação de Azi, a reação do grupo governista estaria relacionada à repercussão do evento realizado em Feira de Santana, que reuniu diversas lideranças e teve ampla participação popular. Para o parlamentar, o tamanho do encontro teria provocado desconforto entre adversários políticos.
O deputado afirmou ainda que a judicialização do episódio demonstra uma postura que, em sua visão, foge ao debate democrático tradicional. “Há uma tentativa de utilizar a Justiça como instrumento de pressão política, o que não contribui para o ambiente democrático”, disse.
A ação segue em análise e ocorre em meio à movimentação política que antecede as eleições de 2026 na Bahia, cenário marcado por articulações e definições de alianças entre diferentes grupos políticos. Com informações de assessoria.

