A indefinição sobre o vice na chapa do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), ganhou mais um capítulo e elevou a tensão na base petista. Segundo o ex-prefeito de Salvador, Mário Kertész, âncora do Grupo Metrópole, o petista teria voltado atrás em um acordo firmado com Geddel Vieira Lima (MDB), frustrando a expectativa de confirmação de Geraldo Júnior (MDB) como candidato a vice. Segundo Kertész, há, ainda, a possibilidade do próprio Jerônimo ser trocado na disputa por Rui Costa (PT).
“De repente muda tudo”, disse o comunicador, ao relatar que o governador teria chamado Geddel para uma reunião, mas, ao chegar ao encontro, o emedebista foi recebido pelo senador Jaques Wagner (PT), que apresentou uma alternativa: a indicação de outro nome, ligado a Barreiras, para compor a chapa. A proposta gerou desconforto no MDB. Segundo Kertész, o partido não aceita ser tratado como “barriga de aluguel” e resiste a abrir mão do espaço previamente negociado.
O ex-prefeito foi além e avaliou que o impasse pode ter impacto direto no desempenho eleitoral do grupo aliado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Bahia. “Estão fazendo tudo pra perder”, criticou. Jornal da Chapada com informações do portal Se Ligue Bahia.


















































