• Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Jornal da Chapada
Advertisement
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Jornal da Chapada
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Home Economia

#Economia: Falta de planejamento para despesas funerárias pode agravar endividamento das famílias

Estagiário 2 por Estagiário 2
6 agosto 2026 - 19h20
no Economia, Saúde, Top
0
#Economia: Falta de planejamento para despesas funerárias pode agravar endividamento das famílias

Pesquisa aponta alta no endividamento em Salvador | FOTO: Divulgação |

Além do impacto emocional, a morte inesperada de um familiar pode provocar consequências significativas para a saúde financeira das famílias. Em meio ao processo de luto, parentes precisam lidar rapidamente com decisões relacionadas ao velório, traslado, urna funerária, sepultamento ou cremação, além da documentação necessária. Quando não há planejamento prévio, esses custos podem comprometer o orçamento doméstico e levar à contratação de empréstimos ou ao uso emergencial do cartão de crédito.

O cenário se torna ainda mais preocupante diante dos índices de endividamento registrados em Salvador. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Fecomércio-BA, 77,3% das famílias da capital baiana possuíam algum tipo de dívida em julho de 2026, o equivalente a 787.268 lares.

O levantamento também aponta que cerca de 245 mil famílias estavam com contas em atraso. Entre os domicílios com renda de até dez salários mínimos, o percentual de endividamento alcançou 79,8%.

Para Eduardo Fernandes, gestor de projetos do Campo Santo Familiar (CSF), a ausência de organização prévia tende a aumentar a pressão enfrentada pelos familiares justamente no momento de maior fragilidade.

“Quando não existe planejamento, a família precisa resolver tudo de uma só vez, sem tempo para pesquisar, comparar ou se preparar financeiramente. Além da dor da perda, surge a preocupação com despesas que não estavam previstas no orçamento”, afirma.

Especialista orienta sobre planejamento familiar | FOTO: Divulgação |

Segundo o especialista, a situação pode se tornar ainda mais delicada quando a pessoa falecida era responsável por parte significativa da renda da família. Além das despesas imediatas relacionadas ao funeral, os parentes precisam reorganizar o orçamento, identificar compromissos financeiros, localizar documentos e verificar a existência de seguros, benefícios ou outros auxílios.

Para minimizar esses impactos, Eduardo defende que o planejamento funerário faça parte da organização financeira familiar, ao lado da reserva de emergência, do seguro de vida e da atualização periódica de documentos.

A recomendação é que as famílias avaliem previamente os serviços contratados, as coberturas oferecidas, os prazos de carência e as necessidades específicas de cada núcleo familiar.

De acordo com o gestor, muitas pessoas só percebem a quantidade de procedimentos exigidos após a ocorrência do falecimento. Por isso, iniciativas que associam assistência funerária a benefícios utilizáveis ainda em vida podem contribuir para que o tema seja incorporado ao planejamento financeiro cotidiano, e não apenas lembrado em momentos de perda.

“Quando o planejamento também oferece utilidade no presente, o tema deixa de ser visto exclusivamente sob a perspectiva da morte e passa a representar cuidado contínuo com a família”, observa.

Para Eduardo Fernandes, ampliar o diálogo sobre o assunto é um dos principais desafios. “Ainda existe resistência em conversar sobre a morte, mas o silêncio não impede que ela aconteça. Quando a família se organiza com antecedência, consegue preservar o orçamento e, principalmente, viver a despedida com menos preocupações práticas e mais espaço para o acolhimento”, conclui.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads
  • Compartilhar no Reddit(abre em nova janela) Reddit
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail

Relacionado

Tags: Assistência funeráriaCampo Santo FamiliarEndividamentoPlanejamento Financeirosalvador
Post Anterior

#Eleições2026: Rui Costa critica postura de ACM Neto sobre disputa presidencial e cobra posicionamento político

Próximo Post

#Chapada: Festival ‘Vale Que Dança’ celebra 10 anos com programação gratuita e atrai visitantes ao Capão

Próximo Post
#Chapada: Festival ‘Vale Que Dança’ celebra 10 anos com programação gratuita e atrai visitantes ao Capão

#Chapada: Festival 'Vale Que Dança' celebra 10 anos com programação gratuita e atrai visitantes ao Capão

Por favor login para participar da discussão
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • INÍCIO
  • JORNAL DA CHAPADA
  • ASSESSORIA
  • MUNICÍPIOS
  • ENTREVISTAS
  • POLÍTICA
  • SÃO JOÃO

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.