• Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Jornal da Chapada
Advertisement
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • Início
  • Expediente
  • Polícia
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Cultura
  • Saúde
  • Esportes
  • Últimas
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Jornal da Chapada
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
Home Política

#Brasil: Vorcaro relaciona supostos pagamentos milionários ao grupo de Jaques Wagner; defesa do senador nega acusações

Estagiário 1 por Estagiário 1
25 setembro 2026 - 12h35
no Política
0
#Brasil: Vorcaro relaciona supostos pagamentos milionários ao grupo de Jaques Wagner; defesa do senador nega acusações

Jaques Wagner aparece em relato apresentado por Daniel Vorcaro no caso Master | FOTO: Reprodução |

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, afirmou em uma proposta de colaboração premiada que o grupo político do senador Jaques Wagner (PT) na Bahia recebia R$ 3 milhões por mês em vantagens indevidas.

A acusação consta de uma proposta de delação que foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Vale ressaltar que o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, também são suspeitos de envolvimento com o Master.

Conforme reportagem do UOL, Vorcaro afirma que não presenciou o suposto acerto. Segundo ele, tomou conhecimento do esquema por meio de seu ex-sócio Augusto Lima, que nega as acusações.

De acordo com o relato atribuído a Vorcaro, os R$ 3 milhões seriam divididos em duas modalidades: aproximadamente R$ 2 milhões por mês relacionados a um contrato entre o Banco Master e a PKL One, empresa ligada à operação do Credcesta, e outros R$ 1 milhão mensais pagos em espécie.

O próprio contrato citado prevê pagamentos de cerca de R$ 2 milhões mensais à PKL One ou a prestadores indicados pelos controladores, sob a rubrica de despesas operacionais.

Credcesta
Segundo Vorcaro, o suposto esquema estaria relacionado à operação do Credcesta, cartão de crédito consignado destinado a servidores públicos da Bahia.

A PKL One detinha os direitos de exploração do produto. A operação surgiu após a privatização da Ebal (Empresa Baiana de Alimentos), estatal responsável pela Cesta do Povo.

Na época, Wagner era secretário de Desenvolvimento Econômico do governo Rui Costa (PT) e participou da condução do processo de privatização. A Ebal foi arrematada pela NGV Empreendimentos por R$ 15 milhões. Posteriormente, os direitos de exploração do Credcesta foram transferidos para a PKL One.

Reportagens anteriores já haviam apontado que a operação do Credcesta aproximou Augusto Lima do Banco Master e de Daniel Vorcaro.

Supostos Pagamentos
Na proposta de delação, Vorcaro afirma que os cerca de R$ 2 milhões mensais pagos pelo Master à PKL One ou a prestadores indicados pelos controladores seriam utilizados, segundo sua versão, para contratos fictícios e pagamentos em dinheiro.

Ele também menciona distribuição de lucros e dividendos da PKL One e contratos que, segundo seu relato, teriam sido firmados com pessoas indicadas por Wagner.

Outra parcela, de R$ 1 milhão por mês, teria sido paga em espécie após a saída de Guilherme Henrique Sodré Martins, conhecido como Guiga, da estrutura societária.

Vorcaro afirma que o dinheiro em espécie era obtido por meio de operações envolvendo empresas parceiras e posteriormente entregue a intermediários.

O documento, porém, não descreve o dinheiro chegando diretamente a Jaques Wagner.

Ainda segundo a versão apresentada por Vorcaro, Wagner teria uma participação oculta na operação do Credcesta por meio da PKL One.

Documentos citados na reportagem confirmam que Guilherme Sodré teve participação em um fundo que possuía participação indireta na PKL One. Entretanto, os documentos não demonstram que Sodré representasse Wagner nessa participação.

A proposta também menciona um contrato envolvendo uma filha do senador e uma empresa offshore ligada a João Carlos Falbo Mansur. O texto divulgado, entretanto, não apresenta detalhes suficientes sobre o valor, a data ou o objeto do contrato.

Privatização da Ebal
Segundo a proposta de delação, Augusto Lima teria se articulado com políticos baianos para direcionar a privatização da Ebal e estruturar a exploração do Credcesta.

O documento atribui a Wagner e Rui Costa participação no suposto esquema, mas as descrições apresentadas concentram os pagamentos e intermediários em pessoas ligadas a Wagner.

Wagner conduziu o processo de privatização da Ebal quando era secretário de Desenvolvimento Econômico e Augusto Lima teria participado das negociações relacionadas ao negócio.

Documentos
A documentação citada na proposta confirma a existência do contrato entre a PKL One e o Banco Master com previsão de pagamentos mensais de aproximadamente R$ 2 milhões.

Também há documentos que registram a presença de Guilherme Sodré na estrutura de fundos ligada à PKL.

O caminho dos supostos pagamentos em espécie também não está completamente esclarecido. O relato fala em pacotes de dinheiro entregues a intermediários, mas não descreve a entrega dos recursos ao senador.

A proposta de colaboração premiada apresentada por Vorcaro não avançou. A PF deixou as negociações em duas ocasiões e a PGR recusou o acordo por considerar insuficientes os elementos de corroboração apresentados.

Outro lado
A defesa de Daniel Vorcaro afirmou que repudia a divulgação de supostos anexos relacionados a uma colaboração que não foi celebrada e disse não reconhecer a autenticidade e a integridade do material divulgado.

A defesa de Jaques Wagner classificou as acusações como falsas e oportunistas e afirmou que o senador nunca teve relação com a PKL One. Também negou contratos fictícios e qualquer atuação em favor do Banco Master.

Os advogados de Augusto Lima classificaram o conteúdo como falso e sem valor probatório. A defesa negou qualquer ato ilícito e afirmou que os serviços previstos no contrato entre a PKL e o Banco Master foram efetivamente prestados.

As defesas também criticaram o vazamento de informações de uma proposta de colaboração que acabou rejeitada pelas autoridades.

O senador Jaques Wagner e Augusto Lima já foram alvos de buscas e apreensões no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga diferentes relações envolvendo o Banco Master e seus negócios. Jornal da Chapada com informações do portal Informe Baiano.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads
  • Compartilhar no Reddit(abre em nova janela) Reddit
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail

Relacionado

Post Anterior

#Chapada: ‘Super El Niño’ acende alerta para aumento de incêndios e impactos sobre a biodiversidade da região chapadeira

Próximo Post

#Eleições2026: Rui Costa aparece cinco vezes em delação de Vorcaro, que relata encontros sociais com petista, diz UOL

Próximo Post
#Eleições2026: Rui Costa aparece cinco vezes em delação de Vorcaro, que relata encontros sociais com petista, diz UOL

#Eleições2026: Rui Costa aparece cinco vezes em delação de Vorcaro, que relata encontros sociais com petista, diz UOL

Por favor login para participar da discussão
Sem Resultado
Ver Todos Resultados
  • INÍCIO
  • JORNAL DA CHAPADA
  • ASSESSORIA
  • MUNICÍPIOS
  • ENTREVISTAS
  • POLÍTICA
  • SÃO JOÃO

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.