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Caminhoneiros protestam em rodovias federais na Bahia

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Mobilizações foram feitas ainda em Feira de Santana e no oeste do estado | FOTO: Muller Nunes/TV Oeste |

Caminhoneiros iniciaram protestos nesta terça-feira (24) em duas regiões da Bahia. Uma delas ocorre na cidade de Luís Eduardo Magalhães, região oeste do estado, em três trechos de rodovias federais: BR-242, na saída para Barreiras (km-880) e na saída para Tocantins (km-890); e também na BR-020, na saída para Brasília (km-200). Já na cidade de Feira de Santana, entre os bairros de Cidade Nova e Campo Limpo, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), houve interdição BR-116, no km 420. Os caminhoneiros afirmam que protestam contra o aumento no preço do combustível e contra a desvalorização do valor do frete.

Segundo a PRF, apesar da presença da categoria nas rodovias, os demais veículos, como carros de passeio e ônibus, conseguem prosseguir viagem pelas rodovias. O trânsito ficou lento, mas não chegou a formar congestionamento. Os manifestantes iniciaram a mobilização por volta das 8h e prometem mantê-la durante todo o dia. Para isso, levara pneus e faixas com mensagens de protesto na pista, fazendo com que o trânsito passe a fluir em apenas meia pista.

Um grupo de caminhoneiros bloqueia a Via Expressa, pista rápida que liga a BR-324 ao Porto de Salvador, em mais um protesto da categoria na tarde desta terça-feira (24). Mais de 50 caminhões deixam o local congestionado para quem segue sentido ao porto. A reivindicação é pauta nacional – eles pedem a redução do preço do combustível e a valorização do frete.

De acordo com Jorge Carlos Silva, presidente do Sindicato dos Caminhoneiros da Bahia, a manifestação não é uma iniciativa da associação, mas uma ação individual dos caminhoneiros. “É uma manifestação espontânea dos caminhoneiros. Apoio apenas como colega e dentro dos limites, sem vandalismo, mas o sindicato não apoia essa manifestação. As docas da Bahia não paga frete a ninguém, os caminhoneiros precisam procurar as empresas de transportes e seus contratantes para reivindicar o valor do frete”, disse Silva. Do Portal G1.

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