Professores da UFBA decretam greve e pedem reajuste salarial

Postado em maio 28 2015 - 11:25pm por Jornal da Chapada
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Reajuste salarial e reestruturação da carreira estão entre reivindicações | FOTO: Reprodução |

Os professores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) decidiram entrar em greve, durante assembleia realizada nesta quinta-feira (28), no campus de Ondina, em Salvador. De acordo com o Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino (Apud), além dos professores, diversos alunos participaram da assembleia. Os servidores pedem reajuste salarial, reestruturação da carreira e aumento de investimentos nas universidades federais. Os professores da UFBA não devem dar aulas na noite desta quinta-feira.

Greve funcionários
Os funcionários técnicos administrativos também definiram entrar em greve nesta quinta-feira. De acordo com Aida Maia, coordenadora do Sindicatos dos Trabalhadores Administrativos da Universidade Federal da Bahia (Assufba), os funcionários já paralisaram as atividades nesta quinta-feira.

Ela disse ainda que a greve é por tempo indeterminado e não há previsão para uma nova assembleia. As principais reivindicações são questões salariais e condições de trabalho. “Estamos fazendo uma greve por não avançar as negociações com o governo. O que pedimos não é reajuste salarial, mas sim o que é de direito. Em 2012 conseguimos um reajuste de 15% que foi parcelado em três vezes. Recebemos a última parcela em março deste ano. Avaliando e comparando o que recebemos com a inflação, nós tivemos uma perda salarial de 27,3 %, e queremos o que perdemos”, explicou Maia.

Ainda segundo a coordenadora, os funcionários fizeram uma programação de comando de greve, para não deixar de atender serviços necessários, como os hospitais universitários. “A UFBA tem dois hospitais escola. A gente entende que o atendimento é essencial porque é um local que presta atendimento principalmente à população carente. Então vamos nos revezar para atender ao público, mas o efetivo é menor”, disse.

A Assufba ainda informou que a paralisação dos servidores afeta as universidades federais do oeste e do sul da Bahia, além da universidade da integração internacional da lusofonia afro-brasileira, que fica em São Francisco do Conde. O Portal G1 entrou em contato com a UFBA, mas ainda não obteve retorno. O Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino (Apud). As informações são do Portal G1.

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