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Apoiado pelo FazAtleta, Renê Pereira vence prova do remo adaptado em Brasília

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“Este ano de 2015, o FazAtleta apoia 58 atletas em dez modalidades olímpicas e paralímpicas” informa Rodrigo Farias | FOTO: Reprodução |

Apoiado pelo Programa Estadual de Incentivo ao Esporte Amador no Estado da Bahia – FazAtleta e já classificado para as Paralimpíadas Rio 2016, o remador baiano Renê Pereira, do clube São Salvador, sagrou-se campeão da 2ª Etapa do Campeonato Brasileiro, último final de semana, realizado no Lago Paranoá, em Brasília. “Ele disputa na modalidade remo adaptado – esporte aquático de velocidade praticado sobre barcos estreitos”, explica o coordenador do Faz Atleta Rodrigo Farias. Durante a competição, o público presenciou disputas acirradas entre atletas de vários estados e dos principais clubes do país.

Superação de limites
Natural de Itapetinga, Sudoeste baiano, Renê Pereira tem dificuldade para mover as pernas por causa uma lesão medular ocorrida há nove anos. Faixa preta em karatê, Renê Pereira superou a limitação física e se tornou um dos principais paratletas do país. Renê Pereira, de 35 anos, é um dos fortes nomes para garantir medalha para o Brasil nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

A vaga conquistada pelo baiano para as Paralímpiadas Rio 2016 é resultado da sua participação em setembro passado no Campeonato Mundial de Remo, em Chamberry, na França, onde foi vencedor na final B e conquistou o quinto melhor tempo da competição. É nas águas da Península Itapagipana que Renê Pereira realiza parte dos treinos, seis vezes na semana.

Dez modalidades
“Este ano de 2015, o FazAtleta apoia 58 atletas em dez modalidades olímpicas e paralímpicas, com até R$ 150 mil para projetos de esportistas, equipes e eventos esportivos” informa Rodrigo Farias. O incentivo do Governo da Bahia permite que os atletas sejam patrocinados por empresas contribuintes do ICMS, graças à renúncia fiscal de 80% do valor investido no projeto esportivo.

Para isso, o empresário patrocinador deve contribuir com recursos próprios equivalentes a, no mínimo, 20% dos recursos totais do projeto. O atleta ou paratleta para ser apoiado precisa estar entre os três primeiros de sua categoria, no ranking estadual, entre os dez no nacional ou entre os 15 melhores no Mundial.

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