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Novembro Negro: Deputado do PT aponta avanço das políticas públicas na Bahia

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Valmir com representantes do movimento negro | FOTO: Peter Shilton |

A noite da sexta-feira (6) foi marcada pelo lançamento oficial da programação do Novembro Negro construída pelo governo do estado, via Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi). Movimentos sociais, políticos, representantes de diferentes órgãos estaduais e de povos e comunidades tradicionais acompanharam de perto a abertura de exposições de fotos temáticas e a assinatura do edital da Sepromi, que apoiará oito projetos relacionados ao mês da consciência negra, com recurso total de R$ 300 mil. “Essas atividades da programação em homenagem a Zumbi dos Palmares, faz um resgate da memória e da cultura de povos tradicionais, visibilizando pessoas e momentos importantes do movimento negro da Bahia, sempre na linha do reconhecimento”, salienta o deputado federal Valmir Assunção, um dos políticos que acompanhou o evento no Museu de Arte da Bahia (MAB), em Salvador.

Todas as ações do governo da Bahia estão inseridas na temática da Década Afrodescendente. O edital assinado nesta sexta, por exemplo, vai beneficiar as categorias ‘Reconhecimento’, ‘Justiça’ e ‘Desenvolvimento’, que são justamente eixos da Década Internacional Afrodescendente. Junto com a titular da Sepromi, Vera Lúcia Barbosa, o parlamentar Valmir Assunção defendeu as políticas públicas conquistadas no Brasil. “São investimentos e não gastos como políticos de oposição ao governo Dilma têm comentado. As políticas públicas conquistadas devem ser preservadas e consideradas como um marco reparatório da história, por causa dos direitos negados aos negros e povos tradicionais”, frisa o petista.

O lançamento da programação do Novembro Negro contou com o sarau do Bando de Teatro Olodum, e abertura da exposição “Faces” e apresentação do projeto “Memórias de Resistências Negras”, dos fotógrafos Alvaro Villela e Lázaro Roberto, respectivamente. As duas exposições retratam as comunidades quilombolas da Bahia e faz um resgate das caminhadas e manifestações do movimento social Negro, nos últimos 30 anos. Ao longo do mês as exposições estarão disponíveis para o público gratuitamente no MAB, na capital baiana.

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