Em audiência no MP, Suíca defende políticas públicas para a população idosa de Salvador

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O edil petista disse que visitou o local e recebeu as informações de que haveria uma mudança para um outro espaço | FOTO: Divulgação |

Durante a audiência pública promovida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) em parceria com a Ouvidoria da Câmara de Salvador, sobre a situação do abrigo Dom Pedro II, o vereador e ouvidor-geral Luiz Carlos Suíca (PT) defendeu mais políticas públicas para a população idosa da capital. O encontro nesta quarta-feira (6), na sede do MP-BA, em Nazaré, debateu a proposta de mudança do abrigo e considerou a probabilidade de transferência dos idosos sem a devida discussão coletiva e com órgãos públicos. O edil petista disse que visitou o local e recebeu as informações de que haveria uma mudança para um outro espaço. Suíca também diz ser contra os abrigos clandestinos e pede fiscalização para que sejam localizados e representados.

“A audiência foi fundamental, pois precisamos achar uma solução. Apesar de serem 70, 60 idosos, a cidade de Salvador tem muito mais e a prefeitura precisa ter uma política voltada para os idosos, a gente não pode pensar na cidade, basicamente só na juventude, naqueles que têm condições, mas também naqueles que já deram o seu esforço grande e que precisam de um lar, de um espaço”, salienta o vereador durante o encontro. “Temos poucas políticas públicas para os idosos, a gente ainda precisa combater alguns abrigos clandestinos, esse é um grande momento para o MP trazer aqui à tona, não só este fato do abrigo Dom Pedro, mas a gente evitar que se propague nesta cidade abrigos clandestinos”.

Ainda durante a audiência, Suíca destaca a atuação como sindicalista e que esteve nesta quarta na Assembleia Legislativa da Bahia para “evitar que vários idosos que trabalham na Casa recebam calote de empresa”. Conforme o edil, tem pessoa que trabalhou na Assembleia por 20 anos. “Além de ser ouvidor e vereador, eu sou sindicalista, e estava na Assembleia tentando evitar um calote contra vários idosos que trabalham naquela casa há mais de 20 anos, e a cada final de contrato essas pessoas acabam ficando sem suas rescisões, sem seus direitos”, completa.

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