#Bahia: Assembleia Legislativa terá sessão especial para lembrar Marielle Franco nesta quinta

Postado em mar 11 2019 - 8:00pm por Jornal da Chapada

Para a deputada Neusa Cadore, que preside a Comissão de Direitos Humanos da Alba, o assassinato da vereadora é um crime contra todas as mulheres | FOTO: Divulgação |

A vereadora Marielle Franco, do Psol do Rio de Janeiro, será lembrada no dia de seu assassinato, 14 de março, nesta quinta-feira, pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). A sessão especial “Defensoras dos direitos humanos: Vivas por Marielle”, que acontecerá às 9h30 no plenário da Casa, é uma ação conjunta do deputado Hilton Coelho (Psol) e das Comissões de Direitos Humanos e dos Direitos da Mulher.

“Quem matou e quem mandou matar Marielle mal podia imaginar que ela era semente, e que milhões de Marielles em todo mundo se levantariam. No dia 14, um ano após ela entrar para a imortalidade, aqui na Bahia exigiremos que tudo seja apurado e os culpados punidos”, afirma Hilton Coelho.

Para a deputada Neusa Cadore (PT), presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Alba, o assassinato da vereadora é um crime contra todas as mulheres. “Atiraram em todas nós e atingiram em cheio a nossa já fragilizada democracia. A força de Marielle está viva em todos que defendem os direitos humanos. Essa voz constante por justiça nos move para seguir com coragem”, declara Neusa.

Olivia Santana (PCdoB), presidenta da Comissão dos Direitos da Mulher, disse que Marielle inspira a continuidade da luta. “A imagem de Marielle Franco passa uma mensagem de justiça social, de luta por direitos humanos, de defesa do que acreditamos que é o melhor para a sociedade, que é a defesa de grupos historicamente excluídos. Toda vez que olho para a face de Marielle nas fotografias, me sinto no dever de não perder a força e a coragem de lutar”, disse Olívia.

Sobre o crime
Marielle Franco foi executada junto Anderson Gomes, motorista do veículo em que a vereadora se encontrava. As apurações do crime deixam claro que se tratou de execução, e apontam para o envolvimento de milicianos, contra que Marielle sempre lutou denunciado como violadores dos direitos humanos. Passado um ano desse crime bárbaro, nenhum acusado foi formalmente apresentado pelo Estado. As informações são de assessoria.

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