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Especialista diz que “cigarro não combina com cirurgia plástica” e destaca Dia Nacional de Combate ao Fumo

Para o dia 29 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Fumo, a cirurgiã plástica Dra. Amalia Spector preparou algumas recomendações para os fumantes | FOTO: Reprodução |

Muitos fumantes se frustram ao saberem que terão que esperar um período para fazer a cirurgia plástica que lhe dará mais beleza ou saúde. Como o cigarro não combina com cirurgia nenhuma, inclusive a plástica, a recomendação médica é que eles suspendam o fumo pelo menos um mês antes da cirurgia.

Para o dia 29 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Fumo, a cirurgiã plástica Dra. Amalia Spector preparou algumas recomendações para os fumantes que querem recuperar a saúde e a autoestima. As toxinas do cigarro, que são muitas, podem acarretar graves riscos para o paciente e os fumantes podem sofrer algumas complicações durante o processo, explica Dra. Amalia Spector.

“Desde a anestesia até o final da cicatrização. Na maioria dos casos a cirurgia plástica não é de urgência, mas para melhorar a autoestima e saúde do paciente. Então ele tem que fazer isso no melhor momento dele, para ter o melhor resultado possível. Tem que parar de fumar por um tempo, melhorar a alimentação, sair do sedentarismo, visando uma cirurgia e recuperação com maior qualidade no resultado”.

A produção excessiva de muco causada pelo cigarro pode atrapalhar a oxigenação durante a anestesia. Já a tosse frequente na recuperação da cirurgia pode causar sangramento e grandes hematomas. Em alguns casos, isso pode exigir uma nova cirurgia para retirar o sangue que ficou acumulado.

A nicotina produz a vasoconstricção, ou o fechamento dos pequenos vasos sanguíneos, o que causa a redução da circulação nos tecidos. Sem o sangue na quantidade que precisa, o tecido pode morrer (necrose). Isso causa muitos problemas na cicatrização e pode deixar cicatrizes grandes.

Esse risco é maior nas cirurgias com grande descolamento de pele, como a abdominoplastia, procedimento em que se remove o excesso de gordura e de pele e, na maioria dos casos, restaura os músculos enfraquecidos ou separados, criando um perfil abdominal mais suave e tonificado.

Outra complicação que pode ocorrer é a trombose, formação de um coágulo sanguíneo em uma ou mais veias grandes das pernas e das coxas. Esse coágulo bloqueia o fluxo de sangue e causa inchaço e dor na região. “Por isso o cigarro deve ser suspenso 30 dias antes da cirurgia. E o ideal é que ele continue suspenso nos 30 dias depois, para garantir uma recuperação melhor ao paciente”, ressalta a cirurgiã plástica. As informações são de assessoria.

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