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Diagnóstico de câncer de próstata pode impactar saúde mental dos pacientes

Durante campanha Novembro Azul, psiquiatra alerta para a importância de observar fatores psicológicos no tratamento da doença e realizar acompanhamento especializado quando necessário.

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontou para 68.220 novos casos em 2018. Conscientizar sobre a doença, a prevenção e o tratamento é o objetivo da campanha Novembro Azul.

Para os pacientes que enfrentam um diagnóstico positivo, é importante destacar que, mesmo sendo um tipo de câncer com altas chances de cura, transtornos psicológicos, como ansiedade e depressão, podem ser desencadeados.

O psiquiatra da clínica Holiste, André Gordilho | FOTO: Divulgação |

Enfrentar um diagnóstico de câncer é algo que gera muitos sentimentos, como tristeza, ansiedade e medo, sensações naturais, mas que podem se agravar até virar um transtorno. No caso do câncer de próstata existem particularidades que precisam ser consideradas.

“A associação dessa patologia com a sexualidade pode gerar sintomas depressivos e ansiosos. A disfunção erétil é uma causa de preocupação para muitos pacientes, assim como o medo do tratamento ou da doença afetar a capacidade de sentir prazer”, avalia o psiquiatra da clínica Holiste, André Gordilho.

O especialista ainda destaca que o grau de ansiedade nesses pacientes pode aumentar conforme a evolução da doença ou a agressividade do tratamento oncológico. A depressão também é comum em pacientes com câncer, apesar de frequentemente não ser diagnosticada, o que afeta o tratamento, conforme destaca o psiquiatra.

“Caso seja identificada uma alteração do ponto de vista psíquico no paciente que necessite de intervenção profissional, as diferentes especialidades envolvidas no tratamento oncológico devem trabalhar em conjunto. O diagnóstico da depressão requer cuidado e atenção. Psiquiatras que conhecem as peculiaridades do adoecimento e do tratamento oncológico são os profissionais mais indicados para detectar e ajudar a tratar o problema”, ressalta. As informações são de assessoria.

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