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Marcelinho Veiga diz que tecnologia pode ajudar na produção de água potável na Bahia

O parlamentar defendeu os esforços do governo baiano em ofertar acesso à água para a população mais pobre do estado e em locais mais distantes.

Máquinas de produção de água potável por meio do ar devem beneficiar escolas de municípios do semiárido baiano. A informação divulgada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) foi destacada como fundamental pelo deputado estadual Marcelinho Veiga (PSB). Nesta quarta-feira (5), o parlamentar defendeu os esforços do governo baiano em ofertar acesso à água para a população mais pobre do estado e em locais mais distantes. “Precisamos criar meios para que o recurso chegue nas torneiras das casas das pessoas que vivem no semiárido e lutam para produzir seus alimentos e para permanecer em local de origem”, frisa Veiga.

De acordo com informações da Sema, a ação é um projeto-piloto do governo federal e a Bahia foi um dos estados escolhidos para participar. “É possível que cada equipamento que for instalado produza cerca de 400 litros por dia de água limpa e pronta para o consumo”, ressalta o deputado do PSB. Esse acordo foi anunciado pela Sema esta semana, após videoconferência realizada entre a secretaria e membros do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). “É uma ação importante e a Bahia precisa de mais desse tipo de iniciativa. Vamos aguardar para saber se a política vai andar, pois com o governo Bolsonaro tudo é uma incógnita”.

Os equipamentos estarão disponíveis no mês de março e serão instalados após reunião de alinhamento para a escolha das localidades por meio de critérios como nível de umidade, exposição e sensibilidade à seca, temperatura atmosférica e risco à saúde. Os órgãos envolvidos acreditam que a ação terá impacto direto na saúde. “Sem dúvida deve envolver questões de dimensões sanitárias, ambiental, tecnológica, sociocultural, epidemiológica e econômica, como frisou a Fiocruz em nota, mas isso vai além, dará ao povo a chance de se manter em seu local de origem e com recurso natural para criação e consumo próprio”, finaliza Marcelinho. As informações são de assessoria.

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