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#Bahia: Jornalista é ‘essencial’ para trabalhar, deveria ser ‘prioritário’ para ser vacinado, diz presidente do Sinjorba

A inclusão seria dos profissionais da imprensa que estão na linha de frente do trabalho e no rol das categorias de trabalhadores consideradas prioritárias no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19.

O Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) estão empreendendo gestões, junto aos órgãos públicos, para a inclusão dos profissionais de imprensa como público-alvo da vacinação contra a covid-19. “Se jornalista e radialista são ‘essenciais’ para trabalhar, é lógico e consequente que deveriam ser ‘prioritários’ para serem vacinados”, diz o presidente do Sinjorba, Moacy Neves.

A inclusão seria dos profissionais da imprensa que estão na linha de frente do trabalho e no rol das categorias de trabalhadores consideradas prioritárias no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19. A imprensa foi considerada como serviço essencial durante a pandemia do novo coronavírus pelo decreto federal 10.288/20, no artigo 4º. Em contrapartida, o plano nacional vacinação, de janeiro de 2021, não incluiu os profissionais da categoria como grupos prioritários para a imunização contra a covid-19.

Assim como o programa de imunização contra a gripe H1N1, que também não indica os profissionais da imprensa. “Já venceu o prazo para as autoridades brasileiras tratarem o pleito da vacinação dos profissionais de imprensa como uma necessidade real e não como um privilégio corporativo. Na Assembleia Legislativa da Bahia, já há um projeto de lei neste sentido, além de outros cinco projetos de indicação. As Câmaras de Vereadores de Salvador e de Vitória da Conquista também já aprovaram matérias semelhantes”, afirma o presidente.

“Essa exposição tem cobrado um preço alto. Um levantamento feito pela Fenaj mostrou que, até o final de janeiro deste ano, perderam a vida 94 jornalistas, vítimas da covid-19. Em março, a organização Press Emblem Campaign informou que o Brasil foi responsável por um a cada três jornalistas mortos pela doença no mês. A ONG ainda levantou que a idade das vítimas está sendo menor, quando comparada a de registros de casos anteriores. Quase a metade dos profissionais de imprensa que morreram no período observado tinha entre 40 e 60 anos. Ou seja, são colegas que estão na ativa”, completa.

Pesquisa lançada pelo Sinjorba
O Sinjorba lançou uma pesquisa entre os jornalistas baianos para detectar qual foi o nível real de incidência da covid-19, entre os profissionais de imprensa do Estado. Os dados da pesquisa serão repassados à Fenaj, que vem catalogando números nacionais, como também serão usados nas tratativas que a entidade vem tendo com governo e prefeituras, para incluir os jornalistas e radialistas que estão na linha de frente do trabalho nas prioridades de vacinação contra a covid-19.

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