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#Chapada: Livro que comenta panorama histórico e social da região chapadeira será lançado no dia 10 de agosto

Conforme o autor Francisco Teixeira, a obra de 432 páginas e no valor de R$79,90 “destina-se ao público que se interessa pela Chapada Diamantina e pela história regional e da Bahia”, salienta.

Escrito pelo professor e pesquisador, Francisco Teixeira, o livro intitulado de ‘Chapadas, Lavras, Diamantes – Percurso Histórico de uma Região Sertaneja’, que comenta sobre o panorama histórico, econômico, político e social da região, vai ser lançado no dia 10 de agosto, às 19h, durante ‘live’ no canal do YouTube da editora Solisluna, com participação do sociólogo e historiador Gustavo Falcon.

Embora muitas pessoas que querem mudar o estilo de vida ou se energizar por um período busquem a região, localizada no Centro do Estado e considerada o coração da Bahia, são poucas as que sabem sobre a história do local, visto que não existem muitas publicações com abordagem mais ampla sobre a Chapada Diamantina.

Conforme o autor, a obra de 432 páginas e no valor de R$79,90 “destina-se ao público que se interessa pela Chapada Diamantina e pela história regional e da Bahia”, salienta. Inicialmente o livro narra sobre os primeiros habitantes, que foram os índios das nações maracás, paiaiás e topins.

Posteriormente a obra discorre sobre os processos de introdução da pecuária, exploração de diamantes e decadência, do surgimento do potencial turístico da região, até os dias atuais. Logo, após três anos de pesquisas e vivências na região, o livro é dividido em três partes, abordando elementos da formação econômica, estrutura social, e do arcabouço político e traços culturais.

Diamante, coronelismo, jarê e conflitos por água
Na primeira parte ele caracteriza o território, formado por rochas com mais de três bilhões de anos e percorre o período colonial, da conquista até a ocupação e surgimento das primeiras povoações no alto Sertão baiano.

Já na segunda parte o autor comenta sobre o século XIX e trata da descoberta de diamantes no rio Mucugê em 1844. A terceira, por fim, fala sobre as guerras dos coronéis e seus impactos sociais, que refletem até atualmente.

“Nenhuma tese é defendida. A ideia foi descrever e interpretar, deixando, porém, largo espaço para que o leitor chegue às suas próprias conclusões. Afinal, a história resulta da articulação de narrativas criadas, com seus diferentes pontos de vista, os misteriosos aí inclusos”, explica Teixeira.

São variados os aspectos que chamam a atenção do autor, como: arquitetura; o jarê – prática religiosa exclusiva da região; simplicidade e afetuosidade dos nativos e os recentes conflitos em torno da água. “Apesar da abundância aquífera, a exploração destes recursos de forma predatória e desordenada vem causando conflitos envolvendo moradores, pequenos agricultores e grandes empresas agrícolas”, alerta.

Jornal da Chapada

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