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#Brasil: Fabrício Queiroz usa máscara com lema rechaçado por Bolsonaro; “Fique em casa”

Após polêmica envolvendo postagem em que reclamava de abandono de bolsonaristas, Queiroz surge com nova postura sobre isolamento social.

O ex-policial militar Fabrício Queiroz tomou a segunda dose da vacina contra a covid-19 com uma máscara trazendo mensagem a favor do isolamento social. Queiroz é ex-assessor do presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) e é apontado como coordenador de suposto esquema de corrupção de rachadinhas nos gabinetes do clã Bolsonaro.

“Fique em casa por mim, que eu vou à luta por nós!”, diz a máscara que Queiroz usou ao ser imunizado, na terça-feira. O registro chegou a ser publicado nas redes e foi revelada pela jornalista Juliana Dal Piva, colunista do portal Uol, nesta quarta-feira (4).

A mensagem contraria a posição de Bolsonaro, que é contrário ao isolamento e já criticou diversas vezes a campanha do “Fique em casa”. Em maio, quando tomou a primeira dose, a postura do próprio Queiroz era outra: “Vacina sim, look Down já mais. Vamos trabalhar….”, escreveu em publicação nas redes.

No dia 25 de julho, Queiroz chamou a atenção após publicar uma mensagem nas redes reclamando de suposto abandono de Bolsonaro e aliados. A postagem, no entanto, foi apagada e, dois dias depois, o ex-PM divulgou mensagem exaltando o presidente.

Queiroz em prisão domiciliar
Em março, os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram revogar a prisão domiciliar de Queiroz, que é apontado como o operador do esquema de rachadinhas que aconteciam no gabinete de Flávio Bolsonaro. A esposa do PM, Márcia Queiroz, também foi beneficiada pela decisão.

Queiroz foi denunciado por procuradores junto com Nathália, sua filha, e outras 14 pessoas no esquema criminoso. As investigações apontaram que Nathália era funcionária fantasma do gabinete do filho do presidente, já que trabalhava em outras atividades no mesmo período em que foi nomeada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O MP identificou que ela repassou ao pai R$ 633,4 mil do que seria seu salário no cargo.

O ex-assessor havia sido preso em junho de 2020, após meses sendo procurado pela polícia. Ele estava escondido em um imóvel na cidade de Atibaia (SP) que pertence a Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. A redação é do site da Revista Fórum.

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