O rapper Oruam foi oficialmente considerado foragido da Justiça após a juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, expedir um novo mandado de prisão preventiva contra o artista.
A decisão tem como base o descumprimento das regras da prisão domiciliar. Segundo as informações do processo, Oruam danificou o equipamento de monitoramento eletrônico e ignorou as determinações judiciais relacionadas ao uso da tornozeleira.
O artista deixou a tornozeleira eletrônica descarregar diversas vezes, principalmente durante noites de finais de semana. Em um período de 43 dias, foram registradas 28 interrupções no funcionamento do equipamento, algumas delas por longos períodos, que chegaram a até dez horas.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), desde a instalação do aparelho, em setembro do ano passado, foram contabilizadas 66 violações. Apenas no início de 2026, 21 dessas ocorrências foram classificadas como graves. Diante da situação, o habeas corpus anteriormente concedido ao artista foi revogado.
O ministro Joel Paciornik destacou que os frequentes descarregamentos “extrapolam muito um mero problema de carregamento” e demonstram “desrespeito à autoridade judicial”.
Ao portal LeoDias, a defesa de Oruam afirmou que o cantor não pretende se entregar nos próximos dias.
Jornal da Chapada




















































